“Nada separa as classes sociais no Brasil como a língua. Fora a renda, claro.”

Luís Fernando Veríssimo em Língua Portuguesa, ao responder à pergunta “você acredita que a desigualdade social se expressa também na língua?”

“Simbólico é também o fato de que poucos, pouquíssimos, entre os companheiros de Vlado, continuem fiéis aos ideais dos anos verdes. Muitos aderiram à tucanagem, hoje servem aos legítimos herdeiros do udenismo paulista. Ocorre-me parafrasear Santa Joana, na versão de George Bernard Shaw: “Quando, ó Deus, este Brasil estará preparado para receber seus mártires?”

Mino Carta, em Carta Capital nº 365