[Por Antonio Luiz da Costa/ Carta Capital] Multiplicam-se os sinais de recaída dos países ricos na crise e da incapacidade de seus governos de encontrar soluções. O DEBATE SOBRE um segundo tempo da crise económica dos países ricos ou, para os mais otimistas, uma “recuperação em W”, esquentou nas últimas semanas, com trocas de farpas entre economistas keynesianos e neoliberais e entre ambos e seus governos.  A maioria dos banqueiros está decididamente com a ortodoxia neoliberal, mas seu pensamento já não é tão único. Leia o texto completo.