Por Joel Zito, um trabalhador anônimo e Blanca Eekhout

“Ator negro entra na novela para fazer papel de negro. Ator branco entra na novela como ser humano”. 

“Como vamos romper com esse massacre do racismo nas nossas cabeças?” (Joel Zito – no debate do Domingo é dia de Cinema do dia 8/6).

 

“Se a gente rouba, o governo reclama, se a gente trabalha do jeito que dá, também reclama. Então, pobre tem mesmo é que morrer”. (Anônimo, no centro do Rio de Janeiro, diante da repressão da guarda municipal aos trabalhadores informais). 

“Aqui todos compartilham: a comunidade que está sendo protagonista, o produtor que pode ter sido editor antes, que agora está sendo produtor e que amanhã pode estar de câmera” (Blanca Eekhout, coordenadora da Vive TV da Venezuela, sobre o processo de produção dos programas da emissora).

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