[Por Daniela Chiaretti e Gustavo Brigatto/ Valor Econômico] O ativismo digital funcionou como impressionante plataforma de mobilização nas revoltas da Tunísia e do Egito. Mas o lado B do Twitter e do Facebook é a rapidez com que também se disseminam pânico, rumores e desinformação. Muitos japoneses devem ter recebido o alerta do tsunami por um aviso no celular, mas o drama nuclear no Japão expõe um novo flanco das mídias sociais – espalhar rumores e alimentar o pânico. Uma mensagem que ecoava nas redes sociais era: “Reze por nós. Informações estão sendo omitidas”, segundo a agência de notícias Reuters. Leia o texto completo.