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Super-ricos ficam com 82% da riqueza gerada no mundo em 2017, diz estudo

Publicado em 5 de fevereiro de 2018

Cerca de 7 milhões de pessoas que compõem o grupo dos 1% mais ricos do mundo ficaram com 82% de toda riqueza global gerada em 2017, aponta um estudo divulgado pela organização não-governamental britânica Oxfam antes do Fórum Econômico Mundial, que ocorre em Davos, na Suíça. A metade mais pobre da população mundial, por outro lado, não obteve nada do que foi gerado no ano passado. Esse grupo reúne 3,7 bilhões de pessoas, mostra o relatório “Recompensem o trabalho, não a riqueza”. | Continue lendo.

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Segundo New York Times, ‘Democracia é empurrada para o abismo no Brasil’

Publicado em 23 de janeiro de 2018

Nesta terça-feira (23), foi publicado, no “New York Times”, em sua versão online, um artigo que apresenta uma leitura do atual cenário brasileiro. O texto foi assinado pelo economista estadunidense Mark Weisbrot, co-diretor do Centro para Pesquisas Econômicas e de Políticas Públicas (Center for Economic and Policy Research – CEPR), em Washington. “Nos últimos dois anos, o que poderia ter sido um avanço histórico – o Partido dos Trabalhadores garantir autonomia para o Judiciário investigar e processar casos de corrupção – virou o oposto. Como resultado, a democracia do Brasil está em seu momento mais frágil desde o fim da ditadura militar”, escreveu.

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Islândia é o primeiro país a tornar ilegal o pagamento de salário menor a mulheres

Publicado em 5 de janeiro de 2018

No dia 1 de janeiro de 2018, entrou em vigor na Islândia uma lei que torna ilegal pagar salários maiores para os homens do que para as mulheres no país. A medida vale tanto para os órgãos governamentais quanto para as empresas do setor privado com mais de 25 funcionários. Todos terão de obter uma certificação especial do governo. Um sela que garanta que ali existem políticas de igualdade salarial. Quem não conseguir a certificação, vai levar multa.

A Islândia, que já aparece no topo da lista dos países que apresentam a maior igualdade de gênero no mundo, é o primeiro país a tornar a igualdade salarial lei.

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As veias da América Latina continuam abertas

Publicado em 11 de dezembro de 2017

[Por Sheila Jacob – NPC] “Continuam abertas as veias da América Latina?”. Essa foi a pergunta que orientou os debates da mesa de abertura do 23º Curso Anual do NPC, que ocorreu no dia 22 de novembro. E a resposta a essa questão foi a mesma: Sim. As veias da América Latina ainda estão abertas, e mais ainda do que antes. Foi isso que afirmaram os seguintes palestrantes: o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães; o professor Igor Fuser (UFABC); o engenheiro e sindicalista Olímpio Alves (Senge-RJ); a pesquisadora chilena Anita Barriento; e o jornalista Carlos Alberto Almeida. De forma geral, eles recuperaram a importância de governos progressistas que foram eleitos em diversos países do continente no início do século 21. Também ressaltaram o atraso que significa a recente eleição de presidentes de direita em vários deles. Destacaram, por fim, formas de luta e resistência que mostram que o povo não tem sido passivo frente à retirada de seus direitos e à violência que lhe vem sendo imposta. | Continue lendo.

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Continuam abertas as veias da América Latina?

Publicado em 7 de novembro de 2017

Nesse momento inicial do curso, vamos refletir sobre a situação atual da América Latina. Com o aumento da direita e a perda de governos estratégicos para a esquerda, como Brasil e Argentina, qual a situação do nosso continente? Para participar desse debate, convidamos a socióloga Flavia Braga Vieira, professora da UFRRJ e assessora de movimentos sociais; Olímpio dos Santos, presidente do Sindicato dos Engenheiros do Estado do Rio de Janeiro; Igor Fuser, cientista político e professor de relações internacionais da UFABC; e o diplomata Samuel Pinheiro Guimarães, que foi secretário-geral das Relações Exteriores e alto-representante geral do Mercosul.

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A classe trabalhadora, o Estado e a direita

Publicado em 7 de novembro de 2017

A classe trabalhadora do Brasil e de diferentes países do mundo vem enfrentando uma série de desafios. O maior, talvez, seja a luta para evitar a retirada de direitos. É importante, portanto, debatermos a relação entre a atual classe trabalhadora, o Estado e o crescimento da direita. Para este debate, convidamos o cientista político Reginaldo Moraes, professor da Unicamp e pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-Ineu); e Marcio Pochmann, economista, professor da UNICAMP e presidente da Fundação Perseu Abramo. Na ocasião, acontecerá o lançamento do livro “Capitalismo, classe trabalhadora e luta política no início do século XXI”, de Marcio Pochmann e Reginaldo Moraes.

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