Autor: Luisa Vieira

Livro sobre a trajetória de Roseli Bianco é publicado

“Transformar o nosso viver: a vida e a luta de Roseli Bianco” é um livro escrito pelo jornalista Reginaldo Euzébio da Cruz e publicado pela Editora NPC. A biografada, mulher socialista e feminista, dedicou sua vida à luta por justiça social, tendo atuado em São Paulo e em Campinas. “Além de uma biografia propriamente dita, o livro retrata fatos históricos relevantes e organizações políticas e sociais do período, relacionados à militância de Roseli Bianco. Entre esses fatos destacam-se o golpe de 1964 e a ditadura civil-militar no Brasil por mais de duas décadas; o movimento das Diretas Já e a luta pela redemocratização; e o processo da Constituinte, pela garantia de direitos na nova Constituição e em sua regulamentação, em particular na consolidação de políticas públicas para pessoas com deficiência”, conta Paulo Bufalo, que assina o prefácio. Ele lembra que, além de ter atuado em organizações clandestinas de enfrentamento à ditadura, Rose participou do Movimento Contra a Carestia, das Comunidades Eclesiais de Base, do Movimento de Mulheres e da defesa dos direitos das pessoas com deficiência. Também atuou intensamente na fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Uma história de luta inspiradora para os dias atuais. O livro será lançado nesta sexta, 17 de julho, às 19h, no Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas (Rua Dr. Quirino, 560 – Centro). Interessados em adquirir a obra devem entrar em contato com o NPC.

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Imprensa sindical será exposta no Festival da Comunicação Sindical e Popular

[Por Olyntho Contente/ Sindicato dos Bancários do Rio] “Não há tema mais central em um momento de domínio das redes sociais pela direita, aliança de empresários com a extrema direita para retirar direitos dos trabalhadores e boa parte da população se voltando contra os ideais humanistas”. A afirmação foi feita pela coordenadora do Núcleo Piratininga de Comunicação, a jornalista Claudia Santiago, numa referência ao 5º Festival da Comunicação Sindical e Popular, que será realizado no dia 24 de julho, na praça da Cinelândia, organizado pelo NPC. Entre as barracas confirmadas estão a da Fundação Rosa Luxemburgo, as dos sindicatos dos professores das escolas privadas (Sinpro), trabalhadores das telecomunicações (Sinttel), servidores do judiciário federal (Sisejufe), profissionais de educação do estado (Sepe), técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Sintufrj), trabalhadores do ramo financeiro (Federa), trabalhadores da indústria de frios (Sintrafrio), trabalhadores no comércio de minérios e derivados de petróleo (Sitramico), engenheiros (Senge), Sindicato dos Bancários do Rio. Do coletivo Brasil de Comunicação Social (Intervozes) e da organização BEM TV. Entre os movimentos populares estarão o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento Unidos dos Camelôs (Muca), Movimento das Comunidades Populares (MCP), Central dos Movimentos Populares (CMP) e barracas da comunicação alternativa e da Comunicação Popular.

“E atenção: quem quiser enviar seus materiais para serem expostos na barraca do NPC, só falar com a gente!”, avisa Claudia.

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Projeto da Universidade Federal de Sergipe (UFS) lança relatório sobre economia política das plataformas digitais e regulação no Brasil

O projeto “A governança econômica das redes digitais: para uma análise dos mercados e da concorrência da internet e seus impactos sobre os direitos dos usuários”, da Universidade Federal de Sergipe (UFS), lançou, no mês de maio, o relatório “A governança econômica das plataformas digitais no Brasil”. No estudo, de autoria dos pesquisadores Helena Martins e João Paulo Guimarães, são examinados a formação histórica das trajetórias tecnológicas nacionais, a estrutura concorrencial de quinze mercados, tanto de infraestrutura quanto de aplicações e conteúdos, e os desafios regulatórios associados à crescente concentração econômica das plataformas digitais. O relatório parte da análise sobre o desenvolvimento tecnológico e das comunicações no Brasil, identificando a ausência de uma estrutura nacional autônoma de ciência, tecnologia e inovação, bem como uma histórica concentração nas comunicações. | Saiba mais. | Saiba mais.

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TV Tagarela: a TV Comunitária da Rocinha

A TV Tagarela foi pioneira na comunicação comunitária, dando voz à favela muito antes das redes sociais existirem. Uma história de resistência, criatividade e orgulho de quem faz a sua própria narrativa. A TV Tagarela não foi criada por uma grande empresa, mas sim pela própria juventude da Rocinha. Anos mais tarde, em 2008, com o amadurecimento e a produção de dezenas de documentários (muitos em parceria com o Canal Saúde da Fiocruz), o coletivo se formalizou oficialmente como a Associação de Mídia Comunitária da Rocinha – TV Tagarela. Saiba mais sobre essa história e confira depoimentos de integrantes no Instagram da Garotas da Maré. | Confira!

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Estreia do filme Complexo do Alemão: Vozes que Ecoam

No dia 27 de junho, às 9h, o Cinecarioca Nova Brasília recebeu a estreia do documentário “Complexo do Alemão: Vozes que Ecoam”. O filme resgata a história das lutas comunitárias dos anos 1980, destacando o protagonismo de moradores que transformaram a realidade do território por meio da organização popular. A narrativa é conduzida pelas histórias de Dona Odete Alves, liderança comunitária e presidente da associação de moradores na época, e Mariza Nascimento, voz ativa na luta por direitos e melhores condições de vida no Complexo do Alemão. A programação também contou com apresentações poéticas do Slam Laje. | Saiba mais sobre como foi o evento, em cobertura do jornal “Voz das Comunidades”.

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