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Entrevista: Luisa Santiago fala sobre os objetivos do Festival

Publicado em 16 de maio de 2017

[Por Fania Rodrigues – Brasil de Fato RJ – 15.05.2017] Comunicação popular, teatro e música. Tudo junto em um evento aberto na Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro. Essa é a proposta do 1º Festival da Comunicação Sindical e Popular que será realizado pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), no dia 25 de maio, das 10h às 20h. Uma oportunidade da população ter contato direto com jornalistas, comunicadores, formadores de opinião e pessoas que lutam por meios de informação mais democráticos. I Saiba mais.

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Entrevista traz análise e histórias de corrupção na ditadura militar

Publicado em 25 de abril de 2017

[Redação Agência Pública – 07.04.2017] Há 53 anos o país mergulhava nos 21 anos mais complicados de sua história: a ditadura militar. Na entrevista a seguir, conduzida pela codiretora da Pública, Marina Amaral, o tema não é menos denso. Como se engendrou a corrupção no período de exceção? Quem corrompia? Como?

Na conversa, o ex-editor do jornal Movimento Raimundo Pereira e o historiador Pedro Campos explanam suas visões sobre o tema. Campos, autor de Estranhas catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988, coloca em foco o crescimento e a consolidação das principais empresas do setor de construção pesada no Brasil, entre elas a big three Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Odebrecht, investigadas na operação Lava Jato, da Polícia Federal. Do lado jornalístico, Raimundo conta como foi driblar a censura para relatar os casos de corrupção no período. “A campanha anticorrupção contra o Jango serviu para derrubar um governo legítimo. O golpe de 64 foi um desastre, e um de seus instrumentos de mobilização foram as denúncias de corrupção”, afirma. | Leia a entrevista completa.

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Meu nome não é Sininho, entrevista com Elisa Quadros

Publicado em 18 de abril de 2017

[Por Mariana Simões e Natalia Viana – Agência Pública – 13.04.2017] Depois de dois anos parado, o processo que procura condenar Elisa Quadros Pinto Sanzi e outros 22 ativistas presos durante os protestos de 2013 e 2014 no Rio de Janeiro deve chegar ao fim. Em abril, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) começou a julgar um habeas corpus que pedia a anulação de provas colhidas por um policial militar infiltrado nas manifestações sem autorização judicial.

Assim que o STJ proferir sua decisão, o caso que ficou conhecido como “processo dos 23”, no qual os jovens manifestantes são acusados de “associação criminosa agravada pelo uso de arma e a participação de adolescentes”, deve finalmente ser julgado pelo juiz Flávio Itabaiana, do Tribunal de Justiça fluminense. Itabaiana é conhecido como “linha-dura” e concedeu diversos pedidos de prisão temporária dos ativistas, incluindo no final da Copa do Mundo de 2014. | Confira a entrevista completa.

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Marilena Chauí: “Universidades devem entender que fazem parte da luta de classes”

Publicado em 10 de abril de 2017

[Por Fania Rodrigues – Brasil de Fato RJ – 04.04.2017] Professora da Universidade de São Paulo (USP) e crítica assídua do modelo capitalista, a filósofa Marilena Chauí foi recebida essa semana por uma verdadeira multidão de jovens da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Auditório lotado, gente sentada no chão e escadas, porta entupida de espectadores e a entrada da universidade igualmente lotada, com alunos que assistiam à palestra em uma transmissão ao vivo, feita pela TV UERJ. Assim foi recebida Marilena, que falou sobre a crise nas universidades públicas brasileiras. | Confira a entrevista completa.

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Lei da terceirização acaba com concurso público, diz procurador-geral do Trabalho

Publicado em 29 de março de 2017

[Por Camila Rodrigues da Silva – Brasil de Fato SP – 23.03.2017] A Lei que regulamenta a terceirização ampla no país, aprovada nesta quarta-feira (22) na Câmara dos Deputados, seria o fim do concurso público e um incentivo ao nepotismo nos municípios, no Estado e na União. Essa é a avaliação do procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ronaldo Fleury, que enumera consequências negativas para os trabalhadores, para o serviço público e até para o capital.

“Não vai ter mais concurso público porque todos esses serviços poderão ser terceirizados”, avalia Fleury.

O procurador projeta o futuro a partir de dados sobre os atuais terceirizados.”Os índices de acidentes de trabalho são muito altos: de cada dez trabalhadores que sofrem acidentes de trabalho fatais, oito são terceirizados. Por quê? Porque eles têm menos treinamento, existe um compromisso menor com o meio ambiente do trabalho”, exemplifica. | Leia a entrevista completa.

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“Se reforma da Previdência fosse justa, valeria para políticos”, critica Stedile

Publicado em 16 de março de 2017

[Por Vívian Fernandes/ Brasil de Fato] Alterar a idade mínima e o tempo de contribuição para a aposentadoria. Esses são alguns dos pontos da reforma da previdência promovida pelo governo de Michel Temer. A medida é polêmica pois mexe com a vida de trabalhadores da cidade e também com a dos trabalhadores rurais, principalmente das trabalhadoras rurais. Dessa forma ela vem sendo muito criticada por movimentos populares e por centrais sindicais.

Para debater e entender melhor esse tema e outros da política nacional, o jornal Brasil de Fato entrevistou João Pedro Stedile, que faz parte da direção nacional do MST, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). | Confira a entrevista completa.

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