[Por Sheila Jacob] No dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o Sindicato dos Trabalhadores
Dentre os convidados estavam jornalistas do BoletimNPC, Brasil de Fato, Caros Amigos e Revista Fórum. Com isso, o Sindicato mostrou o seu apreço, apoio e aposta na imprensa popular e alternativa.
O filme
O filme foca na vida de Rose, Marta, Maraísa e Edielma, verdadeiras heroínas que entendem a beleza de sua profissão e o compromisso que têm como trabalhadoras da educação, mas não deixam de exigir condições melhores de trabalho e investimento público de qualidade nas escolas. “Isso é uma conseqüência do descaso público em relação à educação. É preciso parar de pensar na educação como um sacerdócio. Temos que ter boa estrutura para trabalhar”, defendeu Marta em depoimento.
A plateia ficou bastante emocionada ao ver os diversos obstáculos enfrentados diariamente pelas protagonistas para conseguirem exercer sua profissão.
A realidade
Uma rápida visita a escolas sergipanas mostrou que muitas das situações mostradas pelo filme se repetem pelo Estado. São precárias as condições enfrentadas por professores(as) e alunos(as) da Escola Estadual Olavo Bilac, no bairro Santos Dumont, de Aracaju, e da Escola Municipal Barquinho Amarelo, localizada no município de Nossa Senhora do Socorro, próximo à capital. Na primeira são mínimas as condições de higiene, o que torna a escola foco de doenças para professores(as) e alunos(as), além de impossibilitar o bom rendimento por causa do mau cheiro. Já na segunda, uma casa improvisada serve de anexo. Não há ventilação suficiente, o quadro negro não funciona, e duas salas são separadas por um buraco, o que faz com que as professoras tenham que forçar a voz para concorrer com o barulho das duas turmas.
Leia o texto completo sobre o lançamento do filme e a educação no Estado em nossa página.
[Sheila Jacob viajou ao Sergipe a convite do Síntese]