Autor: Luisa Vieira

Violência contra indígenas do Maranhão  

[Agência Tambor] O Maranhão é um estado com altos índices de violência contra os povos originários. Na gestão de Bolsonaro, entre os anos de 2019 e 2022, 32 indígenas foram assassinados na região.

As informações são de Hemerson de Sousa Pereira. Ele é missionário do Conselho Indigenista Missionário do Maranhão (CIMI-MA), um dos articuladores da Teia de Povos e Comunidades Tradicionais do Maranhão e integrante do GEDMMA/UFMA. | Saiba mais!

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Filme “O Futuro é Nosso!”, uma parceria de Silvio Tendler e do Sinpro-Rio

[Via Sinpro-Rio] Lançado em junho deste ano, o filme “O Futuro é Nosso!”, de Silvio Tendler feito em parceria com o Sinpro-Rio, é uma radiografia do mundo do trabalho atual, com retratos sobre o passado do sindicalismo e uma projeção do que pode ser no futuro. Trabalhadores e trabalhadoras, dirigentes sindicais, cientistas políticos, economistas, jornalistas, dentre outros trazem depoimentos que atestam as conquistas na luta e os ataques contra o sindicalismo. A obra deixa evidente que os ataques ao sindicalismo têm como alvo principal a organização dos/as trabalhadores/as na luta pelo reconhecimento de seu suor contra um capitalismo que lucra com a exploração. | Confira.

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Por Emicida

Como se não bastasse o estado brasileiro assassinar uma criança de 13 anos. A sociedade brasileira, obriga uma mãe que está atravessando a maior dor que uma mãe pode enfrentar, a interromper seu luto para defender a honra do filho. Dizer em vão, para uma horda de carniceiros, sensacionalistas e todo tipo de desgraçado que a realidade pode produzir, que seu filho era inocente. Não basta matar uma vez, tem que humilhar covardemente os que sobrevivem. Se alimentar de suas lágrimas até que não sobre absolutamente nada além do vazio. Não é um país, nunca esteve no plano ser um país, é uma máquina de moer pobre. [Twitter: @emicida]

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Por Lucas Yan Antunes Santos

“A rua é um palco grande para quem quiser trabalhar, trabalhar… Emprego não tem, mas trabalho tem… Mas o problema é que quando eu vou trabalhar, eu tenho uma barreira na rua… a Guarda Municipal… que entra pra pegar minhas mercadorias… Aqui eu fico vulnerável, os caras [da Guarda Municipal que me agrediram] foram trocados de lugar. Eu nem sei quem foram os caras, amanhã ou depois pode acontecer uma covardia comigo. Até hoje estou tentando saber quem matou Marielle e eu não sei! Aí, vai saber, eu? Que não sou ninguém? Amanhã ou depois [vai escutar]: ‘sumiu fulano’!”

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