Autor: Luisa Vieira

“Desova”: desaparecidos e desaparecimentos forçados em municípios da Baixada Fluminense

O documentário “Desova”, produzido pela Quiprocó Filmes, dirigido por Laís Dantas e apresentado pelo Fórum Grita Baixada e o Observatório Fluminense da UFRRJ, esteve em destaque no Festival Internacional de Cinema Político na Argentina.

O filme trata do desaparecimento forçado de pessoas, que incluem técnicas do Estado de desaparecer corpos e da luta das mães e familiares por justiça.

“Desova” foi viabilizado por meio de uma emenda parlamentar de 2020, de autoria do então deputado federal Marcelo Freixo, que possibilitou a realização do filme e a realização de uma pesquisa sobre o assunto, intitulada “Mapeamento exploratório sobre desaparecidos e desaparecimentos forçados em municípios da Baixada Fluminense”.

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Ministério do Trabalho resgata 1.443 de trabalho escravo em seis meses

Nos seis primeiros meses deste ano, 1.443 pessoas foram resgatadas da situação de trabalho análogo à escravidão no Brasil pelos grupos de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número é quase três vezes maior do que o do ano passado, quando 500 trabalhadores foram resgatados. Goiás foi o Estado campeão do trabalho escravo, com 390 resgates. Em seguida vem o Rio Grande do Sul, com 304. Vale lembrar que foi na Serra Gaúcha onde, em fevereiro, mais de 200 pessoas foram encontradas trabalhando em condições análogas à escravidão. Em Minas Gerais, outros 207 trabalhadores foram resgatados e em São Paulo, 184. As principais atividades com mais casos de trabalho em condições análogas à escravidão são o cultivo de cana de açúcar, a pecuária, cultivo de uva e construção de estações elétricas. | Continue lendo.

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Projeto Acervo Memórias Faveladas

O projeto ACERVO MEMÓRIAS FAVELADAS, do Instituto Raízes em Movimento, no Complexo do Alemão, resgata o contexto histórico do CPX através de relatos das moradoras e moradores mais antigos. O material está hospedado no portal cepedoca.org.br e conectado ao repositório “Saberes Populares”, do ICICT – Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da FIOCRUZ. A ideia é armazenar, preservar, disseminar e recuperar informações sobre a favela em diferentes formatos digitais. “Construir um acervo sobre o CPX visa particularmente resgatar as memórias locais a partir das vivências cotidianas dos(as) próprios(as) moradores(as), trazendo uma nova visão de dentro para fora do Complexo do Alemão. Cada um(a) que mora na localidade poderá elaborar sua identidade coletiva tendo a favela como protagonista nessa construção’, diz texto de divulgação do projeto. | Acesse!

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Quilombolas se mobilizam por reconhecimento e titulação de suas terras

[Por Keka Werneck – Cuiabá (MT) – Após quatro anos com a regularização interrompida no governo de Jair Bolsonaro (PL), as comunidades quilombolas do país iniciam uma mobilização nacional para destravar os processos parados no governo federal. Na gestão presidencial passada, apenas quatro foram tituladas pelo Instituto de Colonização e Reforma Agrária (duas delas na Amazônia) – em 2019 -, mas por força de decisão judicial, e por processos que já haviam sido concluídos antes de seu governo. Em 2017, quando era pré-candidato, Bolsonaro deu o tom do que viria ser como presidente da República: “nenhum centímetro de terra para quilombolas e indígenas”. | Continue lendo.

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Política e jornalismo no Paraguai

[De Fund. Rosa Luxemburgo] O Paraguai, um país desprezado pelo jornalismo internacional, realizou eleições gerais no fim de abril, após uma campanha marcada por desinformação e pouco debate sobre igualdade de gênero e Direitos Humanos.  Como resultado, o Partido Colorado permanecerá no poder, desta vez com maioria parlamentar própria, graças a uma oposição dividida. Duas feministas chegaram ao Congresso e representarão a esquerda, agora sem a liderança do ex-presidente Fernando Lugo.  Esperanza Martínez, ex-ministra da Saúde do governo de Fernando Lugo eleita agora senadora, se torna hoje a principal figura da esquerda no Paraguai. Na Câmara dos Deputados, Johanna Ortega foi a política de esquerda mais votada.  O artigo “As mulheres são o futuro da esquerda no Paraguai”, de Jazmín Acuña e  Carol Thiede, conta essa história e está disponível em nosso site. | Acesse e leia.

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