Autor: Luisa Vieira

Política e jornalismo no Paraguai

[De Fund. Rosa Luxemburgo] O Paraguai, um país desprezado pelo jornalismo internacional, realizou eleições gerais no fim de abril, após uma campanha marcada por desinformação e pouco debate sobre igualdade de gênero e Direitos Humanos.  Como resultado, o Partido Colorado permanecerá no poder, desta vez com maioria parlamentar própria, graças a uma oposição dividida. Duas feministas chegaram ao Congresso e representarão a esquerda, agora sem a liderança do ex-presidente Fernando Lugo.  Esperanza Martínez, ex-ministra da Saúde do governo de Fernando Lugo eleita agora senadora, se torna hoje a principal figura da esquerda no Paraguai. Na Câmara dos Deputados, Johanna Ortega foi a política de esquerda mais votada.  O artigo “As mulheres são o futuro da esquerda no Paraguai”, de Jazmín Acuña e  Carol Thiede, conta essa história e está disponível em nosso site. | Acesse e leia.

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No meio do caminho

O documentário “No Meio do Caminho”, de André Costa e Sílvio Cordeiro  discute a indiferença da sociedade em relação às necessidades das pessoas com algum tipo de deficiência. Aborda a arquitetura das grandes cidades e a inserção no mercado de trabalho. Na obra, disponível no site do NPC, na rubrica Vídeos, quatro deficientes físicos, Ricardo, cego, André, Francilene e Pazé, cadeirantes, compartilham suas dificuldades para viver num mundo onde quase nada é adaptado às necessidades de quem tem algum tipo de deficiência. O que para a maioria das pessoas passa despercebido, como um pequeno ressalto no meio-fio, um buraco na pista, uma árvore ou uma poça d’água na calçada, para as pessoas com necessidades especiais como eles são perigosos obstáculos. | Confira!

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NPC promove, no dia 24 de julho, o 4º Festival da Comunicação Sindical e Popular

Depois de três anos, o Núcleo Piratininga de Comunicação irá realizar, dia 24 de julho, no Rio de Janeiro, o 4º Festival da Comunicação Sindical e Popular. Ao longo de um dia inteiro, sindicatos, movimentos sociais, coletivos de comunicação e fotografia e jornais alternativos expõem, em praça pública, a sua produção de comunicação sindical e popular. Além da exposição, a programação prevê também aulas públicas, debates e apresentações culturais. Em 24 de julho de 2023, completam-se 8 anos da morte de Vito Giannotti, metalúrgico e histórico lutador pela comunicação dos trabalhadores, falecido nesta data no ano de 2015. Junto com Claudia Santiago, sua companheira de vida e de luta, Vito fundou, na década de 1990, o NPC. Em 2017, dois anos após sua morte, por iniciativa do mandato do ex-vereador Renato Cinco, essa data passou a ser o Dia da Comunicação Popular na cidade do Rio de Janeiro. A nossa comunicação merece ser celebrada! O Festival é um evento aberto e gratuito, realizado a partir de uma campanha de financiamento coletivo e da sua participação. Nos próximos dias divulgaremos o link da campanha, mas, enquanto isso, você já pode colaborar através de depósito na conta do NPC. Para fazer um Festival bem lindo, precisamos de vocês! Acesse aqui e saiba como participar e apoiar.

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Governo Federal deve alterar regulação de rádios comunitárias possibilitando publicidade institucional

A Agência Pulsar Brasil informa que o Governo Federal deve alterar ainda este mês a regulação do serviço de Radiodifusão Comunitária (Radcom) para possibilitar a veiculação de publicidade institucional nas rádios comunitárias. A medida ajuda, mas não resolve os principais problemas das rádios, já adiantou o Movimento Nacional de Rádios Comunitárias (MNRC) e a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc Brasil).  A medida se dará através da revisão do Decreto 2.615/98 que regulamenta a Lei 9.612/98, que normatiza a radiofonia comunitária no país. A atualização da regulação é uma reivindicação antiga das rádios comunitárias e dos comunicadores populares, que têm apontado as contradições entre as restrições impostas pelo decreto e os direitos previstos pela Lei 9.612, segundo a Pulsar. O Ministério da Comunicação (MCom) informou à agência que as alterações foram discutidas no próprio Ministério das Comunicações, na ANATEL e na SECOM, levando em conta as contribuições, solicitações e manifestações das associações e entidades de Rádio Comunitária. | Leia o texto na íntegra.

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