Autor: Luisa Vieira

Propagação de desinformação na Amazônia

O Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social lançou, no final de abril, um relatório sobre os disseminadores de conteúdos enganosos na Amazônia. O estudo reúne os dados sobre 200 páginas e perfis que circulam pela região agrupadas em três grandes segmentos: organizações e ativistas de direita, figuras públicas de representação política e canais ou empresas jornalísticas. O estudo também revelou uma cadeia organizada de propagação da desinformação financiada por recursos de plataformas de marketing digital e também por recursos públicos. | Leia a matéria completa.

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A Classe Trabalhadora e a CLT por Angela de Castro Gomes

[Via LEHMT-UFRJ] Promulgada por Getúlio Vargas no dia 1º de maio de 1943, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) regula as relações de trabalho em nosso país nas últimas oito décadas. Articulando os direitos sociais com uma legislação trabalhista e sindical a CLT é, nestes tempos de precarização, combatida por aqueles que desejam eliminar direitos e garantias, e defendida pelos que consideram que justiça social e democracia vão de par com o direito do trabalhador a ter uma vida digna, justa remuneração e condições humanas de trabalho. Para refletir sobre o papel da CLT em nossa história, o portal LEHMT/UFRJ lançou a série de vídeos “A classe trabalhadora e a CLT: 80 anos”. No primeiro episódio, Angela de Castro Gomes (UFF/Unirio) fala sobre o contexto da promulgação da CLT e como ela foi peça fundamental, ao lado do salário mínimo e da Justiça do Trabalho, na construção de um projeto político que se configurava com a crise do regime autoritário do Estado Novo. | Assista.

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Paraíso do Tuiuti

“Não sou escravo de nenhum senhor
/ Meu Paraíso é meu bastião / Meu Tuiuti o quilombo da favela / É sentinela da libertação” (Paraíso do Tuiuti – Escola de Samba de São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro – 2018)

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Por Ana Leone

“Nós mulheres negras somos filhas, sobrinhas, netas, tataranetas dessas trabalhadoras domésticas. Porque quando lá atrás “termina” a escravidão, essas mulheres saíram da senzala pra ir a Casa Grande trabalhar em troca de comida, de um lugar para ficar e roupa. Quando a gente pensa que são 7 milhões de trabalhadoras domésticas em todo o Brasil, pretas, nordestinas, faveladas, causa arrepio só de pensar como tantas são submetidas a condições de trabalho análogas à escravidão. É conviver diariamente com uma cultura da subserviência” (Ana Maria Leone de Jesus em entrevista ao Fórum Grita Baixada, no Rio de Janeiro)

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