Autor: Luisa Vieira

No meio do caminho

O documentário “No Meio do Caminho”, de André Costa e Sílvio Cordeiro  discute a indiferença da sociedade em relação às necessidades das pessoas com algum tipo de deficiência. Aborda a arquitetura das grandes cidades e a inserção no mercado de trabalho. Na obra, disponível no site do NPC, na rubrica Vídeos, quatro deficientes físicos, Ricardo, cego, André, Francilene e Pazé, cadeirantes, compartilham suas dificuldades para viver num mundo onde quase nada é adaptado às necessidades de quem tem algum tipo de deficiência. O que para a maioria das pessoas passa despercebido, como um pequeno ressalto no meio-fio, um buraco na pista, uma árvore ou uma poça d’água na calçada, para as pessoas com necessidades especiais como eles são perigosos obstáculos. | Confira!

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NPC promove, no dia 24 de julho, o 4º Festival da Comunicação Sindical e Popular

Depois de três anos, o Núcleo Piratininga de Comunicação irá realizar, dia 24 de julho, no Rio de Janeiro, o 4º Festival da Comunicação Sindical e Popular. Ao longo de um dia inteiro, sindicatos, movimentos sociais, coletivos de comunicação e fotografia e jornais alternativos expõem, em praça pública, a sua produção de comunicação sindical e popular. Além da exposição, a programação prevê também aulas públicas, debates e apresentações culturais. Em 24 de julho de 2023, completam-se 8 anos da morte de Vito Giannotti, metalúrgico e histórico lutador pela comunicação dos trabalhadores, falecido nesta data no ano de 2015. Junto com Claudia Santiago, sua companheira de vida e de luta, Vito fundou, na década de 1990, o NPC. Em 2017, dois anos após sua morte, por iniciativa do mandato do ex-vereador Renato Cinco, essa data passou a ser o Dia da Comunicação Popular na cidade do Rio de Janeiro. A nossa comunicação merece ser celebrada! O Festival é um evento aberto e gratuito, realizado a partir de uma campanha de financiamento coletivo e da sua participação. Nos próximos dias divulgaremos o link da campanha, mas, enquanto isso, você já pode colaborar através de depósito na conta do NPC. Para fazer um Festival bem lindo, precisamos de vocês! Acesse aqui e saiba como participar e apoiar.

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Governo Federal deve alterar regulação de rádios comunitárias possibilitando publicidade institucional

A Agência Pulsar Brasil informa que o Governo Federal deve alterar ainda este mês a regulação do serviço de Radiodifusão Comunitária (Radcom) para possibilitar a veiculação de publicidade institucional nas rádios comunitárias. A medida ajuda, mas não resolve os principais problemas das rádios, já adiantou o Movimento Nacional de Rádios Comunitárias (MNRC) e a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc Brasil).  A medida se dará através da revisão do Decreto 2.615/98 que regulamenta a Lei 9.612/98, que normatiza a radiofonia comunitária no país. A atualização da regulação é uma reivindicação antiga das rádios comunitárias e dos comunicadores populares, que têm apontado as contradições entre as restrições impostas pelo decreto e os direitos previstos pela Lei 9.612, segundo a Pulsar. O Ministério da Comunicação (MCom) informou à agência que as alterações foram discutidas no próprio Ministério das Comunicações, na ANATEL e na SECOM, levando em conta as contribuições, solicitações e manifestações das associações e entidades de Rádio Comunitária. | Leia o texto na íntegra.

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Justiça Federal condena ex-delegado do Dops por crimes cometidos durante a ditadura

Justiça Federal de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, condenou Cláudio Antônio Guerra, ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) do Espírito Santo, a sete anos de prisão em regime semiaberto por ocultação de cadáver. A sentença foi divulgada pelo Ministério Público Federal (MPF) na segunda-feira (12). A ação penal, ajuizada pelo MPF em 2019, diz respeito à destruição e ocultação de cadáveres de 12 presos políticos cujos corpos nunca foram encontrados durante os anos de 1973 e 1975: Ana Rosa Kucinski Silva, Armando Teixeira Frutuoso, David Capistrano da Costa, Eduardo Collier Filho, Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira, João Batista Rita, João Massena Melo, Joaquim Pires Cerveira, José Roman, Luís Inácio Maranhão Filho, Thomaz Antônio da Silva Meirelles Neto e Wilson Silva.  Considerando-os como crimes contra a humanidade, a Justiça Federal do norte fluminense reconheceu a imprescritibilidade dos crimes, que começaram a ser investigados a partir de relatos do próprio delegado publicados em seu livro “Memórias de Uma Guerra Suja”, publicado em 2012. Ele confessou ter recolhido os corpos das vítimas em locais como a “Casa da Morte” em Petrópolis (RJ) e o DOI-Codi no Rio de Janeiro, e os levado para serem incinerados na Usina Cambahyba, em Campos dos Goytacazes, durante a primeira metade da década de 1970. | Leia a matéria completa.

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