Autor: Luisa Vieira

O programa ‘Quintas Resistentes’ está de volta!

Já começou a edição de 2026 do programa QUINTAS RESISTENTES, do NPC, apresentado por Euro Filho e Luisa Souto. Na primeira entrevista, que já foi ao ar, eles conversaram com o escritor Felipe Lott, autor do recém-lançado livro ‘Um Projeto Nacionalista – Jacob Pinheiro Goldberg’. Felipe é bisneto do marechal Lott e faz parte do Coletivo Filhos e Netos por Memória, Verdade e Justiça. No próximo episódio, eles tratarão da resistência à ditadura militar na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. Para falar sobre o assunto, o convidado é Antonio Lacerda, teólogo e filósofo que acompanhou o trabalho de Dom Adriano Hipólito e é responsável pelo Arquivo da Cúria Diocesana de Nova Iguaçu. Em breve a data será divulgada. Os programas estão disponíveis no Youtube, na TV NPC. Confira!
https://www.youtube.com/@NPiratininga

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Curso NPC e ICICT-Fiocruz ‘Comunicação Popular e Direito à Saúde’

As aulas do curso de Comunicação Popular e Direito à Saúde, realizado pelo NPC em parceria com o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), seguem à todo vapor! No manhã do dia 11 de abril, Ary Miranda e Rogério Lanes abordaram temas como história da saúde pública, reforma sanitária, criação do SUS e a revista RADIS. Na parte da tarde, Euro Filho comandou uma roda de conversa com os comunicadores Samuel Xavier (Manguinhos Online), Cássia Moura (Conexões RP), Carol Vaz (Jornal Cidadão), Helio Euclides (Maré de Notícias) e Emilly Assunção (Salgueiro). Já no dia 25/4, as professoras Janine Cardoso e Izamara Bastos, do ICICT, falaram sobre a criação e consolidação do SUS e campanhas de comunicação e saúde. No próximo sábado, dia 9/5, tem mais! A formação gratuita, que começou em março, ocorre até o dia 7 de setembro de 2026. Registros das aulas e dos debates podem ser acompanhados no Instagram do NPC: @nucleopiratininga.

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Morre no Rio de Janeiro o jornalista Raimundo Pereira

[Texto: Letycia Kawada/Agência Brasil | Foto: Claudia Santiago] Morreu, na manhã deste sábado (2), no Rio de Janeiro, o jornalista Raimundo Rodrigues Pereira, que encabeçou uma das fileiras de resistência na imprensa durante a ditadura civil-militar instaurada pelo golpe de 1964. Lembrado por colegas de profissão como “um guerreiro da informação e da democracia”, ele tinha 85 anos e foi cremado no bairro Caju, na capital fluminense.

Nascido no município pernambucano de Exu, mesmo bastante jovem, como outros perseguidos políticos da época, criticou abertamente as figuras no poder. As forças de repressão tornaram-no alvo quando ele, estudante do 5º ano do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), foi expulso por assumir sua posição, sem medo, através do jornal O Suplemento, mantido com colegas da instituição. Em entrevista concedida ao Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), contou sobre essa fase.

“À época do golpe de 64, eu estava quase me formando em engenharia e já estava muito envolvido no movimento contra a ditadura. Nesse período, eu participava do teatro e do principal jornal da escola. Quando houve o golpe, fui expulso. Na verdade, nos proibiram de voltar, então fui expulso por falta [do ITA]. O engraçado é que no fim do ano passado eu recebi o diploma do curso”, comenta. | Continue lendo.

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Livro ‘Contracorrente – A história de Raimundo Rodrigues Pereira’

Está disponível, no site da Fundação Mauricio Grabois, ‘Contracorrente – A história de Raimundo Rodrigues Pereira’, biografia escrita por Júlia Rabahie e Rafael Faustino e publicada em 2013. Na apresentação, os autores declaram: “Esta obra nasce como um trabalho de conclusão de curso de dois jovens jornalistas que buscam se formar na faculdade. Mas a nossa intenção é que, de alguma forma, vá além disso, levando a história de Raimundo Rodrigues Pereira ao maior número possível de pessoas, nesta e nas próximas épocas.” Acesse a obra!

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Mangue Jornalismo: três anos de jornalismo para valer

A Mangue é um coletivo de profissionais de comunicação sem fins lucrativos e ousa propor um jornalismo em Sergipe sem receber verbas de publicidade de governos e de empresas. São três anos sem ter o rabo preso com ninguém. […] Neste aniversário de três anos, o que está em jogo não é só a sobrevivência de um veículo, mas a continuidade de um espaço raro de um jornalismo corajoso e sem amarras em Sergipe. E uma vez perdido, esse espaço dificilmente será reconstruído. | Saiba como contribuir com esse trabalho. 

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