Autor: Luisa Vieira

A automação substitui o trabalhador com plenos direitos pelo precariado

[Via Pílulas Diárias] Especialista em comunicação, o neozelandês Luke Munn acaba de lançar o livro “Automation is a Myth” (ainda sem tradução) em que ele explica que os sistemas “automatizados” não substituem qualquer trabalho humano, mas, sim, o trabalho trabalhado pleno, com pagamento integral, com plenos direitos, como férias, hora-extra, seguros, benefícios e outros. Falando ao portal DigiLabour, Munn afirma que os processos de automação são sustentados por imensas quantidades de trabalho humano e que os sistemas automatizados atuam menos sobre o trabalho em si e mais sobre a forma do trabalho, que é fatiado e transferido para “para o elo mais baixo”, ou seja, para o trabalhador precarizado, com o qual a empresa não tem qualquer responsabilidade. É o que vemos ocorrer em plataformas como Uber, Ifood, Rappi, cujo objetivo, diz o entrevistado, “não é usar mão de obra, mas extraí-la de forma parasita”, ou seja, ficam com o trabalho sem o trabalhador, desumanizando-o ainda mais. | Leia texto completo.

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Por que o MST assusta tanto?

Neste texto, Frei Betto faz um balanço do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) que, nascido em 1984, está próximo de completar 40 anos de existência. Obedecendo rigorosamente os princípios da Constituição Cidadã de 1988, o MST defende o uso social da terra, que deve ser produtiva, e o respeito ao meio ambiente. Lutando por um direito elementar, a reforma agrária, o movimento reúne 500 mil famílias assentadas e 100 mil acampadas.   Betto explica que ocupação não é invasão:  “Jamais o MST ocupa terras produtivas”, esclarece, acrescentando que o movimento é o maior produtor de arroz orgânico na América Latina. O MST defende uma Reforma Agrária Agroecológica, fazendo do acesso à terra um meio de produzir alimento saudável e sustentável para toda a sociedade brasileira. | Leia o artigo na íntegra.

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Feira Nacional do MST visa mostrar função social da reforma agrária

[Por Gabriela Moncau – Brasil de Fato | São Paulo (SP)] Depois de cinco anos sem acontecer, a Feira Nacional da Reforma Agrária, o maior evento de interlocução entre o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e a população das cidades começa nesta quinta-feira (11) e vai até domingo (14), no Parque da Água Branca, em São Paulo. De acordo com os organizadores, a Feira é uma forma de apresentar à sociedade não só o modelo de reforma agrária que o movimento defende, mas também aquele que ele produz, na prática. A vinda dos cerca de 1,2 mil feirantes para a capital paulista marca o início da comemoração de 40 anos do MST, cuja fundação foi em janeiro de 1984. | Continue lendo.

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O ponto fraco da ultradireita latinoamericana

Assim como na Europa, ela cultua violência e anticomunismo. Mas sua referência é Trump. Por isso, seu nacionalismo é oco: ela não quer nem Estado forte, nem críticas ao neoliberalismo e aos EUA. Aí pode estar seu calcanhar-de-aquiles. | Leia o texto de Claudio Katz publicado na Jacobin Latinoamericana.

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Propagação de desinformação na Amazônia

O Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social lançou, no final de abril, um relatório sobre os disseminadores de conteúdos enganosos na Amazônia. O estudo reúne os dados sobre 200 páginas e perfis que circulam pela região agrupadas em três grandes segmentos: organizações e ativistas de direita, figuras públicas de representação política e canais ou empresas jornalísticas. O estudo também revelou uma cadeia organizada de propagação da desinformação financiada por recursos de plataformas de marketing digital e também por recursos públicos. | Leia a matéria completa.

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