Autor: Luisa Vieira

Edição especial do jornal “Mensageiro do Vidigal”

Saiu a edição especial do jornal “Mensageiro do Vidigal”. O jornal circulou entre as décadas de 1970 e 1990. Tinha como objetivo informar os moradores do Vidigal sobre os acontecimentos da favela, estimular a participação nas lutas encabeçadas pela Associação de Moradores do Vidigal contra a remoção e por melhorias locais. Em seu perfil em uma rede social, Bárbara Nascimento conta que o Núcleo de Memórias do Vidigal decidiu fazer uma edição especial do jornal para celebrar os 45 anos de resistência contra a remoção de moradores da área do 314, completados em 2022.  Ainda segundo Bárbara, o idealizador do jornal foi o saudoso Marcão do 14, homenageado na capa.

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O discreto charme dos sindicatos na Internet

Um dos maiores desafios de nosso tempo tem sido as mudanças nas formas de nos comunicarmos. É tudo rápido demais. A quantidade de informações nos atordoa e adoece. É impossível lermos tudo o que recebemos nos grupos. Pessoas acreditam até que casca de limão cura câncer porque recebeu pelo zap. A extrema direita nada de braçada nas plataformas capitalistas. E nós? Muitos e muitas entre nós se debruçam sobre o tema. Dois deles são os jornalistas Arthur William e Gustavo Barreto, do Núcleo Piratininga de Comunicação. Cumprindo a missão de uma escola de Comunicação da classe trabalhadora, o Núcleo Piratininga de Comunicação coloca na praça um curso sobre o papel de cada ferramenta para a construção de uma comunicação que acompanhe o cotidiano das pessoas, unindo jornal, rádio, TV e internet. Acesse e confira o programa completo.

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Conferência de Comunicação Niterói se torna exemplo para o Brasil

[Via O Fluminense] A Comissão Organizadora da II Conferência de Comunicação de Niterói se reuniu com representantes do Ministério das Comunicações e da Prefeitura de Niterói para apresentação do Relatório das 41 propostas aprovadas na plenária realizada no dia 10 de março, na Câmara de Vereadores de Niterói. Os representantes do Ministério das Comunicações vieram a Niterói para conhecer como foi o formato e a realização da II Conferência de Comunicação de Niterói, ressaltando que o trabalho feito na cidade vai ser referência para a organização da Conferência Nacional. Na pauta da Comissão Organizadora estão o Conselho Municipal de Comunicação, o Canal da Cidadania e garantir espaços na TV Câmara para veiculações de iniciativas comunitárias e acadêmicas. | Continue lendo.

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Ainda sobre Fake News e as gigantes da tecnologia

[Por Mariana Sanches – BBC Brasil] Quando o governo de Justin Trudeau, o primeiro-ministro progressista do Canadá, criou o chamado “Ato de Notícias Online”, em junho de 2022, a divulgada intenção do projeto de lei era dar aos veículos de imprensa do país uma remuneração toda vez que alguém clicasse em algum link jornalístico indicado em um buscador, como o Google, ou em redes sociais.

Mas, após a aprovação pela Câmara dos Deputados do país, em dezembro de 2022, o que aconteceu na internet canadense foi exatamente o oposto do que legisladores e o governo Trudeau esperavam.

Embora o texto legislativo ainda dependa de chancela do Senado para entrar em vigor, em fevereiro deste ano, o Google se antecipou e implementou por cinco semanas um teste que limitou o acesso a notícias online de 3,3% dos usuários do buscador da big tech no Canadá. Na prática, o conteúdo jornalístico desapareceu dos resultados de busca de mais de um milhão de pessoas no país ao longo desse período. | Leia o texto completo.

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A automação substitui o trabalhador com plenos direitos pelo precariado

[Via Pílulas Diárias] Especialista em comunicação, o neozelandês Luke Munn acaba de lançar o livro “Automation is a Myth” (ainda sem tradução) em que ele explica que os sistemas “automatizados” não substituem qualquer trabalho humano, mas, sim, o trabalho trabalhado pleno, com pagamento integral, com plenos direitos, como férias, hora-extra, seguros, benefícios e outros. Falando ao portal DigiLabour, Munn afirma que os processos de automação são sustentados por imensas quantidades de trabalho humano e que os sistemas automatizados atuam menos sobre o trabalho em si e mais sobre a forma do trabalho, que é fatiado e transferido para “para o elo mais baixo”, ou seja, para o trabalhador precarizado, com o qual a empresa não tem qualquer responsabilidade. É o que vemos ocorrer em plataformas como Uber, Ifood, Rappi, cujo objetivo, diz o entrevistado, “não é usar mão de obra, mas extraí-la de forma parasita”, ou seja, ficam com o trabalho sem o trabalhador, desumanizando-o ainda mais. | Leia texto completo.

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