Autor: Luisa Vieira

Jornada de luta contra o Marco Temporal

[Brasília (DF) em 07/06/2023] Indígenas de várias etnias chegam na parte externa do Supremo Tribunal Federal (STF), para assistirem o julgamento do marco temporal de terras indígenas. O que for decidido valerá para todos os casos de demarcação de terras indígenas que estejam sendo discutidos na Justiça. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil.

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A guerra na Ucrânia e o governo Byden

[ Por Sebastião Velasco e Cruz – 07/06/2023] Tudo se deu sob o mais rigoroso sigilo. Na noite de sábado, depois de uma visita ao Museu Nacional de História Americana, o casal jantou em um restaurante discreto, conhecido pela excelência de sua cozinha italiana. Na manhã seguinte, a Casa Branca avisou à imprensa que o presidente permaneceria retirado e não seria mais visto naquele dia. Neste momento, porém, ele já atravessava o Atlântico a bordo do avião da Força Aérea que tomara furtivamente durante a madrugada, na companhia de três assessores, um repórter e um fotógrafo, além de alguns poucos agentes secretos, devidamente armados e compreensivelmente tensos. | Continue lendo.

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Comunicação com cajuína cristalina em Teresina

Estão abertas as inscrições para o Seminário de Comunicação Sindical que o Núcleo Piratininga de Comunicação realiza em Teresina nos dias 19 e 20 de maio, com o apoio do Sinte-PI, CUT-PI e Fundação Rosa Luxemburgo.  Vamos juntos conversar sobre as experiências e o papel da comunicação sindical para as trabalhadoras e os trabalhadores do Piauí e pensar o que podemos fazer para avançar na disputa da hegemonia? Acesse aqui, confira a programação completa e saiba como se inscrever.

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Comunicação Popular na cidade do Rio de Janeiro

Daniela Araujo nos fala de como a experiência da comunicação popular lhe abriu as portas para trazer de volta a verdadeira história da cidade do Rio de Janeiro. “Foi num rolê com mais de trinta comunicadores populares, como eu, promovido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação que me fez viajar no tempo a partir desse espaço da cidade”, conta a comunicadora. Ela nos convida a revisitar a cidade evocando a memória de todos aqueles que a construíram e a ocuparam, mas que foram soterrados pela história oficial. Do Morro da Conceição aos Jardins Suspensos do Valongo, da casa da Tia Ciata ao Cais do Valongo, Daniela nos guia por esses espaços-testemunhos da resistência ao apagamento das memórias fundadoras desta terra: “Talhamos pedras mantendo vivas as memórias de lutas e resistência do povo negro, talhamos ao buscarmos vestígios dos povos originários, (…) quando, através da comunicação popular, negamos a narrativa única dos grandes meios de comunicações e dos historiadores eurocentrados que teimam em criminalizar nossos encantos e mandigas…” | Leia o artigo completo.

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“As nossas filhas não podem ser mais trabalhadoras domésticas”, Ana Leone

O Fórum Grita Baixada entrevistou mês passado Ana Leone, ativista dos Direitos Humanos, que fala de resistência, racismo, políticas públicas e um futuro mais democrático para a negritude. Ana Maria Leone de Jesus, nasceu em 1968, na cidade de Governador Mangabeira, no Recôncavo Baiano, onde viveu até os 12 anos, quando migrou para o Rio de Janeiro, passando a morar na casa de uma tia, trabalhadora doméstica, no bairro da Saúde, região central da cidade. Apesar das dificuldades, conseguiu completar o ensino fundamental e o médio, além de ajudar na formação escolar dos filhos. Seguindo o conselho de um professor, iniciou a graduação em Serviço Social. Hoje Ana Leone integra o Fórum Municipal pelo Direito das Mulheres de Duque de Caxias, uma organização com mais de 22 anos de existência, além de coordenar a Unegro de Duque de Caxias. Há quatro anos, ela é apresentadora do programa Antenada com Ana Leone, discutindo políticas públicas e sociais na rádio Ativa FM 98,7 FM. | Leia a entrevista completa.

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