Autor: Luisa Vieira

8M: em defesa dos direitos das mulheres

[Por Claudia Santiago] A história do 8M como Dia Internacional da Mulher é muito bonita e revela a força das mulheres na luta por seus direitos. A data tem origem em uma manifestação organizada por tecelãs e costureiras de Petrogrado, durante a greve iniciada no dia 23 de fevereiro de 1917, na Rússia, por pão e paz. Esse movimento foi o estopim da primeira fase da Revolução Russa (leia aqui o artigo completo publicado no Brasil de Fato). Desde então, foram muitas as páginas da história das lutas das mulheres e até hoje seguimos indo às ruas todo dia 8 de março em marcha contra as diversas formas de desigualdade e violência às quais somos submetidas cotidianamente. De acordo com o relatório Elas Vivem, divulgado no dia 6 pela Rede de Observatórios da Segurança, o Brasil registrou, em 2022, uma violação contra mulher a cada quatro horas e um assassinato por dia. É por isso, e por outras bandeiras como o combate ao racismo e ao fascismo e a defesa do direito à terra, que hoje mais uma vez estaremos nas ruas. | Veja aqui os atos que estão marcados em diversas cidades do país.

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Núcleo Solidariedade Técnica (Soltec-UFRJ) festeja seus 20 anos

O Núcleo de Solidariedade Técnica (Soltec-UFRJ) comemora neste 18 de março duas décadas de existência e convida a todos os interessados a participar dos debates e festejos, que ocorrem no Auditório do IFCS, no Largo São Francisco de Paula, Rio de Janeiro, das 13h às 17h, e no Armazém do Campo, na avenida Mém de Sá, também no centro do Rio, a partir das 18h. Tecnologia Social e Economia Solidária, na construção de políticas públicas visando a equidade social e equilíbrio ambiental. Além de engenheiros, o núcleo também possui membros das Ciências Sociais, Comunicação, Arquitetura e outros… | Acompanhe o perfil do Soltec no Instagram.

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Wikifavelas realiza evento “MARIELLE VIVE! Favelas na Reconstrução do País”

Com a proposta de buscar a reflexão e dar continuidade ao legado político coletivo de Marielle Franco, o Dicionário de Favelas Marielle Franco promove no dia 13 de março, na Biblioteca de Manguinhos, às 9h, o evento “MARIELLE VIVE! Favelas na Reconstrução do País”. Haverá uma exposição fotográfica, mesa com parlamentares, performance cultural e apresentação de vídeos. Neste mês de março se completa meia década sem que o assassinato de Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes tenha sido elucidado. | Acesse o site do Dicionário de Favelas no link abaixo.

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Ministra da Igualdade Racial é escolhida Mulher do Ano pela Time

Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, é a primeira e única brasileira escolhida pela revista Time para compor a lista anual como “mulheres extraordinárias que estão liderando um mundo mais igualitário”. Anielle é irmã da vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 2018, e é diretora do instituto Marielle Franco, que luta em defesa dos direitos humanos e pela preservação da memória da irmã. “Estou muito feliz e não chego sozinha, esse reconhecimento não é só meu, é de todas as mulheres negras do Brasil”, disse a ministra em seu perfil de uma rede social. | Leia a matéria completa no site da CUT.

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“Não comemos eucalipto”: MST ocupa área da Suzano na Bahia

No dia 27 de fevereiro, 1.500 pessoas do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) ocuparam três fazendas da Suzano Papel e Celulose nos municípios de Mucuri, Teixeira de Freitas e Caravelas, na Bahia. Um dos objetivos da ocupação é fazer com que a empresa, que se autodenomina como a “maior empresa de celulose do mundo”, cumpra um acordo firmado em 2011 — há 12 anos! — com o MST, no qual se compromete a ceder terra para assentar 750 famílias. Outro objetivo do movimento é denunciar os danos causados  pela monocultura de eucalipto, “do ponto de vista hídrico, social e econômico”. “Aqui no extremo sul da Bahia, a Suzano possui 900 mil hectares de terra plantados. São plantadas 500 milhões de mudas todos os dias dentro desse território. A Suzano possui três milhões de hectares de eucalipto ao todo”, conta Eliane Oliveira, da direção Estadual do MST na Bahia, acrescentando: “Não comemos eucalipto!” | Leia matéria completa no site do MST.

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