Autor: Luisa Vieira

Mangue Jornalismo: Mesmo com proibição da ONU, mulheres eram submetidas a revista vexatória em presídio de Sergipe

“Entra logo. Tira essa roupa. Vira de costas. Agacha. Tosse. Pula. Agora de frente. Mais três vezes. Próxima. Rápido”. As frases não aparecem literalmente nos relatórios oficiais, mas ajudam a ilustrar o procedimento descrito por internas e familiares ouvidos pelos mecanismos de prevenção e combate à tortura. Durante anos, a revista vexatória fez parte da rotina do Presídio Feminino de Sergipe (Prefem). Mulheres privadas de liberdade relatam que eram obrigadas a se despir completamente, realizar sucessivos agachamentos e expor partes íntimas durante inspeções realizadas após visitas familiares e até mesmo após atividades internas da unidade. Pelos relatos, a prática ocorria mesmo com as detentas menstruadas. | Leia a reportagem completa produzida pela Mangue Jornalismo.

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“Humanidades”, uma homenagem a João Roberto Ripper

No dia 15 de junho, o Icict inaugurou a Galeria a Céu Aberto com a abertura da exposição “Humanidades”, uma homenagem ao fotógrafo João Roberto Ripper e ao seu olhar dedicado à defesa dos direitos humanos, da saúde, da dignidade e da vida cotidiana de diferentes comunidades brasileiras. As fotografias convidam o público a conhecer parte da trajetória desse que é um dos grandes nomes da fotografia documental brasileira. E em breve tem mais novidade: a Fiocruz disponibilizará o acervo de João Roberto Ripper, com mais de 180 mil imagens, para consulta pública.

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