Autor: Luisa Vieira

Repositório reúne 25 anos de pesquisas sobre chacinas no Brasil

Como compreender a dimensão das chacinas no Brasil se o conhecimento produzido sobre elas permanece disperso? Foi sobre essa reflexão que a gerente executiva de Memória, Verdade e Justiça do Instituto Vladimir Herzog, Lorrane Rodrigues, falou em entrevista ao Grupo Radio Web ao apresentar o Repositório da Produção sobre Chacinas no Brasil, uma iniciativa do Instituto Vladimir Herzog e do WikiFavelas – Dicionário de Favelas Marielle Franco, da Fiocruz, com apoio do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. O repositório nasce justamente para reunir essas produções, identificar recomendações recorrentes, valorizar o conhecimento construído pela sociedade civil e contribuir para a preservação da memória das vítimas, a formulação de políticas públicas e a não repetição dessas violências. Se você já produziu algum material sobre chacinas no Brasil, contribua com essa construção coletiva. O envio pode ser feito pelo formulário no link.

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UFRJ e EBC iniciam transmissões experimentais da Rádio UFRJ FM

Neste mês de julho, a Rádio UFRJ FM estreou no Rio de Janeiro. A programação pode ser ouvida na frequência 88,9 MHz. A conquista foi celebrada em uma cerimônia emocionante no Salão Nobre do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. Fruto da parceria entre a maior universidade federal do país e a empresa pública de comunicação, a emissora contribuirá para o fortalecimento da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), com programação voltada à divulgação científica, tecnológica e de inovação, além da promoção da diversidade, da representatividade e da valorização das expressões culturais. Nesta fase inicial, transmite quatro horas diárias da programação da Rádio MEC AM, emissora pioneira dedicada à educação e à cultura, no ar desde 1923. A programação pode ser ouvida online. | Acesse!

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A casa Vorwärts, Viena, Austria – Berthold Unfried

Neste mês de julho, a série Lugares de Memória dos Trabalhadores do portal do LEHMT/UFRJ, em sua temporada internacional, publica artigo de Berthold Unfried, professor da Universidade de Viena, sobre o edifício “Vorwärts” (“Avante”), na Wienzeile, em Viena. O prédio, uma joia arquitetônica modernista, foi a sede do movimento social-democrata austríaco entre 1910 e 1934. Além de sede do partido, da confederação sindical e do jornal partidário, o edifício foi um importante espaço do movimento operário internacional naquele período. Ocupado pelos austro-fascistas em 1934, o edifício manteve-se apenas como a redação e a gráfica do jornal após a Segunda Guerra Mundial. Atualmente, o prédio é a sede do Centro de Pesquisa e Documentação do movimento operário austríaco. | Confira o artigo na íntegra em português.

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Em Podcast, Brasil de Fato e Ponte Jornalismo relembram os Crimes de Maio de 2006

Estão no ar os cinco episódios do podcast “Crimes de Maio: o massacre que o Brasil ignora”, que marca os 20 anos dos Crimes de Maio de 2006 — o maior massacre cometido pelo Estado brasileiro no século 21. Entre 12 e 21 de maio de 2006, ataques atribuídos ao PCC deixaram 59 agentes de segurança mortos no estado de São Paulo. No mesmo período, mais de 500 civis foram assassinados, muitos com indícios de execução por policiais e grupos de extermínio. A série, disponibilizada em áudio, reconstrói esse episódio letal e discute violência policial, impunidade e disputa por memória. Os episódios são: 1) Memórias de maio; 2) De 1964 a 2006; 3) Paz, Justiça e Liberdade; 4) Os crimes de todos os meses; e 5) Os nomes das bordas do mundo. Está disponível nas principais plataformas de áudio, como Spotify, Deezer e Amazon. Também está no Youtube.

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Minicurso online gratuito: “O que é manicômio”, de Pedro Henrique Antunes da Costa

O presente curso se baseia no livro “O que é manicômio?”, recém-lançado pela Usina Editorial. Ele será realizado nos dias 17 e 19 de julho, das 18h30 às 20h30. No primeiro dia, abordará os seguintes temas: “O manicômio e o retorno do que não foi”; “O manicômio como lógica capitalista”; e “O manicômio é racista e patriarcal”. Já no segundo, serão discutidos: “O manicômio como instituição da violência”; “O manicômio como instituição de morte”; “O manicômio como instituição irreformável”. | Veja mais informações e inscrições.

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