Na Casa Rosada, em Buenos Aires, Lula se encontra com representantes das madres y abuelas da Plaza de Mayo. Foto: Ricardo Stuckert.
consulte Mais informaçãoAutor: Luisa Vieira
Para conhecer Movimentos sociais no Rio de Janeiro
Uma parceria entre os grupos GENI/UFF e CASA (IESP-UERJ) com o Dicionário de Favelas Marielle Franco produziu dados sobre coletivos que foram criados principalmente em favelas, no Rio de Janeiro, para lutar por direitos humanos. O trabalho apresenta dados do período que vai de 2007 a 2022. | Acesse aqui.
consulte Mais informação“Deutsches Requiem”, de Jorge Luis Borges, por Eduardo Stotz
Recebemos, por email, de Eduardo Stotz, a obra “Deutsches Requiem”, de Jorge Luis Borges, que compõe a obra O Aleph, publicada em 1949. Diz Stotz: “Para entender a posição de Borges na narrativa faz-se necessário lembrar que os EUA destruíram Hiroshima e Nagasaki com o uso da bomba nuclear atômica para “obrigar” o Japão a se render.” Eximiram-se da responsabilidade do genocídio mediante a instituição do Tribunal de Nuremberg que, entre 1945 e 1946, condenou à morte os principais dirigentes nazistas presos. Os criminosos japoneses tiveram um julgamento à parte, no Tribunal Militar Internacional para o Extremo Oriente instituído em 1946 e concluído em 1948 praticamente nas mãos do governo norte-americano e que ou não investigou o agiu de modo deficiente face às atrocidades (inclusive guerra química e bacteriológica) cometidas pelo governo do Japão contra China e a Coréia. | Continue lendo.
consulte Mais informaçãoPor Darlan Montenegro
Os argumentos relativistas contra os críticos da fotomontagem da Folha me fizeram lembrar de um negócio que eu pensei depois de ler um bocado de Carlo Ginzburg e Pierre Vidal-Naquet: ninguém é mais eficiente no combate ao relativismo epistemológico do que o historiador judeu. O historiador judeu é implacável. A inexistência do holocausto não é “um olhar”. É uma mentira. O holocausto aconteceu. É real. Como o racismo no Brasil é real. Como o sofrimento dos Ianomâmi é real. Não dependem do meu olhar. O historiador judeu não pode ceder à onda relativista que tem nos assolado nos últimos quarenta ou cinquenta anos, sob pena de ter que aceitar que o revisionismo histórico acerca do holocausto é um ponto de vista tão legítimo quanto qualquer outro. E obviamente não é. Eu acho que todos nós deveríamos ser um pouco mais historiadores judeus.
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