Autor: Luisa Vieira

Vai começar o 28º Curso Anual do NPC!

Com muita alegria, damos início, nesta quarta-feira, dia 16/11, à 28a edição do Curso Anual do NPC. E depois de dois anos realizando o encontro de maneira virtual, estamos de volta ao mundo real, onde os encontros são mais coloridos e os abraços permitidos (ainda que de máscara!). Estamos vendo, dia após dia, a reafirmação do quão central é a comunicação na nossa sociedade e, principalmente, na disputa da sociedade que queremos. A comunicação mudou. serão quatro dias para pensarmos como estamos lidando com essas enormes mudanças. Para ver a programação completa, acesse: https://nucleopiratininga.wixsite.com/28cursonpc.

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Agenda NPC 2023 está na rua: Comunicação e Luta

O NPC lança, para o próximo ano, uma nova edição de sua agenda dedicada à comunicação dos trabalhadores. A Agenda NPC 2023 – Comunicação e Luta é uma edição revista, atualizada e ampliada do material. Para incentivar a nossa luta, apresentamos essa agenda que conta a história dos meios de comunicação dos sindicatos, associações, jornalistas e intelectuais nos últimos cem anos. Precisamos contar para as novas gerações que chegam ao mercado de trabalho o que aconteceu antes delas. E temos o dever de dizer aos mais velhos que as formas de se comunicar mudaram radicalmente nos últimos dez anos. Se o mundo do trabalho e as formas de se comunicar mudaram, as diversas formas de luta também. Essa agenda é um convite à ação, mas, sobretudo, um convite à reflexão sobre o que vivemos e o que o Brasil e o mundo de 2022 exigem de nós. Fizemos uma pequena edição que já esgotou. Nova formada para os que fizeram encomenda fica pronta em 20 dias. Ainda dá tempo de encomendar a sua. Ligue ou envie mensagem para npiratininga@piratininga.org.br ou (21) 99628-3667.

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Para enfrentar o fascismo precisamos de pauta comum, organização e comunicação

[Por Virgínia Fontes] Vivemos algo de extraordinário no mês de outubro, ao longo dos poucos dias que tínhamos para a campanha para o segundo turno das eleições presidenciais (e algumas para governos estaduais). Um enorme impulso de uma militância de esquerda e democrática saiu às ruas, ancorou nas esquinas, praças e pontos de circulação popular das cidades, montou comitês de campanha, produziu e pagou materiais de divulgação, dedicou muitas horas e energia em diferentes frentes – nas ruas, nas redes sociais, na produção de textos, na construção de elos de comunicação que permitissem fazer frente a avalanche de propaganda falsificadora bolsonarista. | Leia o artigo completo.

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