Autor: Luisa Vieira

Terceirização tira trabalhadores do acordo coletivo

No dia 1º de janeiro de 2022, o Santander promoveu a terceirização da área de tecnologia ao transferir todos os funcionários do setor para a F1RST, empresa do próprio conglomerado. Com esta manobra, o banco retirou os trabalhadores da representação do Sindicato dos Bancários e da Convenção Coletiva de Trabalho negociada entre o movimento sindical bancário e a Fenaban (federação dos bancos). “A F1RST não passa de um artifício que busca encobrir o trabalho bancário, reduzir custos e cortar direitos de mais de dois mil bancários, além de ser uma inaceitável interferência da direção do banco na organização sindical dos trabalhadores”, diz Vera Marchioni, diretora executiva do Sindicato e bancária do Santander (Texto: Comunicação Seeb/SP)

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Streaming reúne cenas sobre formas de violência doméstica e familiar contra as mulheres.

Com a proposta de aguçar nossa consciência para esta chaga de nossa sociedade, o Instituto Maria da Penha lançou o “180Play”, uma plataforma gratuita de streaming que reúne cenas de filmes, séries e novelas que abordam as formas de violência doméstica e familiar contra as mulheres. A iniciativa tem o apoio institucional da ONU Mulheres Brasil. A Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006) é considerada pela ONU uma das mais avançadas no mundo na defesa dos direitos das mulheres. | Acesse aqui!

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Empresas fazem o que querem

[Por Altair Freitas] O Brasil é o segundo país do mundo com mais assinantes  da Netflix, que já tem mais de 200 milhões de clientes fixos. No entanto, é um dos países com menor investimento da operadora de streaming para produções nacionais. Perdemos de longe para países como Coréia do Sul, Noruega, Finlândia, Dinamarca, França, Espanha, Polônia, Rússia, Índia e, óbvio, EUA. Isso acontece porque no nosso liberalismo tacanho, empresas estrangeiras entram e fazem o que querem. Nos países citados existe toda uma regulamentação a ser cumprida pela Netflix. Uma delas diz respeito à obrigatoriedade de produzir filmes que ajudem a projetar a produção cultural desses países pelo mundo. Não é à toa que temos grandes produções sul coreanas, por exemplo, sendo consumidas em escala global. É um projeto político de Estado. O filme mais polêmico da temporada, Não Olhe Pra Cima, por exemplo, não é uma obra financiada exclusivamente pelo capital privado, pois contou com incentivos fiscais (dinheiro público, portanto), de dois países, EUA e Canadá, no equivalente deles à nossa Lei Rouanet, tão odiada pelos idiotas bolsonaristas. No liberalismo imbecil que essa gente defende, nossa produção cultural sofre uma barbaridade para se manter e nossa projeção internacional desaba vergonhosamente. Mas a Netflix faz a festa sem contrapartidas. (Texto publicado por León Diniz em seu perfil do Facebook)

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