Autor: Luisa Vieira

Complexo do Alemão toma medidas contundentes contra a Covid 19

[Por Tatiana Lima] “O governo já decidiu que prefere que a gente morra. Se a gente que mora nas favelas e periferias do Brasil, não se organizar pra DIMINUIR O IMPACTO, já era. É tragédia anunciada, sem exagero”. O desabafo é de Rene Silva, fundador do jornal Voz das Comunidades, no Twitter. Neste cenário, a ONG Voz das Comunidades, do Complexo do Alemão, criou uma campanha para ajudar as famílias mais pobres do conjunto de favelas a enfrentar o Covid-19, com um novo pedido: que as doações sejam feitas através de transferências, priorizando depósito bancário e a plataforma PicPay, para evitar que mais pessoas se ponham em risco nas ruas. | Continue lendo.

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Os mais jovens se cuidam melhor do que os mais velhos

[Por Amanda Soares, sob a supervisão de Claudia Santiago] Felipe dos Santos está em casa há oito dias. A gráfica onde ele trabalha deu férias coletivas para colaborar com o isolamento social. As únicas vezes em que ele sai de casa, na comunidade da Boiuna, sub bairro da Taquara, é quando vai ao mercado no centro do bairro, ou para acompanhar a esposa ao ponto de ônibus de madrugada. Nutricionista, ela trabalha em um hospital público, em período de doze por 60 horas. Apesar de ser hipertensa, a direção não a liberou do serviço, nem ofereceu equipamento de proteção individual. “Ela teve que comprar por 100 reais um pacotinho de máscara.” | Continue lendo.

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O cotidiano na Praça Seca

[Por Amanda Soares, supervisionada por Claudia Santiago] Para a primeira entrevista da série “Diário da pandemia na periferia”, conversamos com Bruno Lima, morador do morro São José Operário, no bairro Praça Seca, Zona Oeste do Rio, que até outro dia tinha outro problema: falta d’água. Bruno tem 36 anos mora com os pais e o irmão no morro São José Operário. | Continue lendo.

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