Autor: Luisa Vieira

Agenda do NPC será sobre arte e resistência

O NPC já começou a oferecer seu tradicional LIVRO AGENDA para 2020. O tema inédito para o ano que vem é: ARTE E REVOLUÇÃO. Um assunto importantíssimo neste momento de ataque aos direitos, à educação, à informação, ao pensamento crítico, à esperança de ver o Brasil melhorar. Escolhemos esse tema porque entendemos que as diversas manifestações artísticas e culturais – teatro, cinema, literatura, artes plásticas, música – são fundamentais para a construção do pensamento crítico e para o fortalecimento de laços solidários e comprometidos com a transformação do mundo. Não é a toa que, em todo governo totalitário, de extrema direita, procura-se abafar a arte, a liberdade de pensamento e de expressão, a cultura popular. Porque são essas manifestações que fazem com que a gente alimente a indignação e ouse sonhar com um mundo melhor. Sindicatos que se interessem em produzir agendas personalizadas podem entrar em contato conosco pelo e-mail npiratininga@piratininga.org.br.

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Perdemos o camarada Reginaldo Moraes, um homem que lutou até o fim

Na segunda-feira, 26 de agosto, perdemos Reginaldo Moraes, um grande camarada. Ele era professor aposentado do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp desde 2011, e morreu perto de completar 69 anos. Ainda orientava diversos trabalhos de pós-graduação em ciência política. Muitos deles preocupados em analisar as mudanças no mundo do trabalho e apresentar alternativas para a superação das desigualdades. Regis, como era conhecido, foi um importante apoiador e colaborador do NPC. Foi uma importante referência para os nossos trabalhos, sempre consultado e presente em todas as atividades do Núcleo. Quem participou das últimas edições do Curso Anual do NPC ou do lançamento da Teia de Comunicação Popular certamente se lembra de sua presença e de suas contribuições sempre valiosas. | Continue lendo.

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Comunicadora Popular e fundadora de revista participará de evento da Agência Tambor

O evento, a ser promovido pela Agência Tambor, no Maranhão, terá como tema “Comunicação, Democracia e Desigualdade Social”. Será no dia 12 de setembro, com a participação da comunicadora popular, Cristiane Furtado, ativista lésbica e feminista. Atualmente ela desenvolve pesquisa para um doutorado sobre a história do feminismo na Imprensa carioca. Cristiane possui no currículo formação pelo NPC. Ela também é uma das fundadoras da Revista Brejeiras, publicação direcionado ao público lésbico. | Saiba mais.

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O Brasil gramsciano que ignora Gramsci

[Sérgio Domingues/Pílulas Diárias] “Brasil Paralelo” é uma produtora de vídeos que despontou como uma das principais difusoras das ideias de direita no país. Entre os conteúdos que distribui, estão aulas, vídeos de história e livros de ficção. A produtora surgiu em 2016 e seus vídeos já registram 14 milhões de visualizações. […] O grande inspirador da Brasil Paralelo é Olavo de Carvalho. Segundo ele, a esquerda domina todas as esferas culturais: imprensa, universidades, música, cinema, tevê etc. Afinal, diz Carvalho, todos aprendemos com Gramsci. Já que não vencemos no terreno econômico, só nos restou a disputa hegemônica defendida pelo grande revolucionário italiano. Portanto, conclui ele, vivemos em uma sociedade dominada por maquiavélicos gramscianos. | Leia o artigo completo.

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Mano Brown: “A prisão do Lula é racial, cultural e social, estou lá com ele”

[Por Esquina Musical] Com o trabalho no grupo Racionais MC’s, onde versava sobre a dura realidade de pessoas excluídas por um sistema violento, racista e desigual, Mano Brown apareceu pela primeira vez, nos anos 90. O histórico álbum “Sobrevivendo no Inferno”, lançado em 1997, é um dos capítulos dessa trajetória de lutas. Mas Brown prova que ainda tem muito a dizer sobre um país cada vez mais dividido, que nos últimos anos viu a desigualdade de renda aumentar após um longo período de bonança e estabilidade. Nessa entrevista, ele fala sem papas na língua, e com a costumeira habilidade de criar fortes metáforas e imagens impactantes, sobre o Brasil atual, o papel da música nesse contexto, o golpe contra Dilma Rousseff e a prisão de Lula. | Leia a entrevista na íntegra.

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