Autor: Luisa Vieira

Antropóloga e pesquisadora Letícia Cesarino fala sobre as milícias digitais do bolsonarismo

[Por Maria Clara Ferreira Guimarães e Matheus Antonino Vaz/ ComCiência] A eleição de Jair Bolsonaro inaugurou o populismo digital no Brasil, segundo a antropóloga Letícia Cesarino. A atuação da rede bolsonarista nas plataformas digitais, em especial no WhatsApp, tem sido acompanhada pela pesquisadora, que comenta os desdobramentos desse processo para a ComCiência. “A surpreendente eleição brasileira de 2018 despertou interesse de pesquisadores no mundo inteiro, mas minha aproximação se deu por motivos pessoais, quando uma pessoa muito próxima, que eu acreditava ter um perfil destoante do de Jair Bolsonaro, declarou seu voto a ele. Como estava claro que a imagem do então candidato havia sido construída digitalmente, principalmente através da quantidade maciça de conteúdo pelo WhatsApp, comecei aí minha pesquisa, exatamente um ano atrás”, explica. | Leia a entrevista completa.

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MP investiga quadro com crianças de maiô no programa de Silvio Santos

O concurso de miss infantil exibido no Programa Silvio Santos se tornou alvo de dois inquéritos promovidos pelo Ministério Público de São Paulo e pela Promotoria de Justiça de Osasco. Televisionado em 22 de setembro, o quadro foi acusado de sexualizar as crianças de 7 a 8 anos, cujos atributos físicos foram julgados pela plateia e por convidadas. “Agora, vocês do auditório, que estão com o aparelhinho (de votar), vão ver quem tem as pernas mais bonitas, o colo mais bonito, o rosto mais bonito e o conjunto mais bonito”, anunciou Silvio Santos durante o desfile de traje de banho. [Com informações da revista Veja]

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Vem aí o 5º Encontro de Jornalistas Sindicais

Jornalistas sindicais de todo o país voltam a se reunir para discutir questões referentes à sua realidade laboral. Dessa vez, o encontro acontecerá no Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de novembro, na sede do Sede do SindipetroRJ (Av. Passos, 34 – Centro do Rio de Janeiro – RJ). Na pauta, as condições de trabalho dos jornalistas sindicais diante do fim do imposto sindical e da perseguição às entidades; a comunicação sindical no contexto da desinformação e outros temas. A jornalista e coordenadora do NPC, Claudia Santiago, participará da mesa de abertura, falando sobre o tema “Jornalismo sindical e o mundo digital – como (re)existir para além das redes sociais?” Estará, junto com ela, o jornalista e professor da UFRJ, Marcos Dantas. | Confira a programação completa!

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Ao menos 11 morrem durante manifestações contra tarifa do metrô no Chile

[Redação/Brasil de Fato | São Paulo (SP)] Ao menos 11 pessoas morreram e 1.462 foram detidas desde a última sexta-feira (18), quando uma onda de protestos eclodiu no Chile. Os maiores distúrbios ocorreram na capital, Santiago, no domingo (20).

A crise, que já é considerada a maior desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), levou o presidente Sebastián Piñera a decretar estado de emergência por 15 dias em Santiago e em duas províncias vizinhas, além de um toque de recolher que ficou em vigor durante o fim de semana.

As manifestações foram deflagradas após ser decretado um aumento nas tarifas do metrô em 6 de outubro. Embora inicialmente localizados na capital, os atos rapidamente começaram a tomar diversos pontos do país. Piñera, que qualificou o momento vivido pelo país como uma “guerra”, ordenou que mais de 10 mil soldados fossem deslocados a Santiago, Valparaíso e Concepción, onde as manifestações foram mais duramente reprimidas. | Leia a matéria completa.

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Quito sitiada, confronto nas ruas, escolas fechadas: a revolta popular no Equador

[Por Ana Prestes/ Opera Mundi] A crise no Equador ganhou proporções bastante dramáticas. Na segunda-feira (07/10), funcionários administrativos e dos meios de comunicação foram retirados do Palácio de Carondelet, presidencial, como medida de segurança diante das manifestações que tomaram conta dos arredores da Plaza Grande onde está situado o palácio. A sublevação contra Lenin Moreno vai de encontro aos seus planos de ajustes nos país em conformidade com o FMI. Seu governo conseguiu unir organizações sindicais, camponesas, indígenas e populares em uma grande onda nacional de protestos contra o “paquetazo” (fim dos subsídios aos combustíveis) e a “flexibilización laboral”. Moreno tem defendido a intervenção na Venezuela, a entrega de uma base aérea em Galápagos para uso da inteligência dos EUA, além de ter retirado o Equador da Unasul (a sede da organização está no país) e da OPEP. | Leia a matéria completa.

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