Por Grada Kilomba, autora de ‘Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano’
Precisamos fazer um trabalho antirracista e anti-opressão contínuo. Tem que ser contínuo, todo dia. Não é só quando sangra, não é só quando infecta, mas é uma ferida que tem que ser tratada profunda e cotidianamente.
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