Autor: Luisa Vieira

Pataxós atingidos pelo crime da Vale sofrem incêndio criminoso em MG

MAB – Durante o final de semana, entre os dias 6 e 7 de julho, a tribo Pataxó, do município de São Joaquim de Bicas, que já havia sido duramente atingida pelo rompimento criminoso da barragem da Vale em Brumadinho, foi alvo de tiros de ameaça e de um incêndio criminoso.

Na tarde de sábado (6), a população foi surpreendida por um incêndio em sua aldeia Naô Xohã, que foi contida pela presença do Corpo de Bombeiros no local. Já na madrugada de domingo, por volta das 2 horas, cinco homens encapuzados entraram na aldeia dando tiros para o alto. […] A aldeia Naô Xohã fica na fazenda que pertence à MMX, empresa de Eike Batista, ocupada pelo Movimento dos Sem Terra-MST desde julho de 2017 e dividido com os indígenas. De acordo com o movimento, o local estava abandonado depois de ter sofrido crimes ambientais devido à exploração mineral desordenada. | Continue lendo.

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Mídia e o atual contexto político do Brasil

[Por Claudia Santiago/ Sintifrj] Nas eleições de 2018, um novo personagem, até então bem desconhecido no Brasil, mostrou a cara e a força. São as Fake News, ou seja, mentiras, que pipocaram na Internet através dos grupos de conversa e das redes sociais. Essas mentiras reforçaram tudo o que os meios de comunicação tradicionais plantaram a vida inteira contra as ideias da esquerda. Mas com um adicional: um forte componente sexual retrógrado que caiu como mão na luva em uma sociedade adubada durante anos pelas ideias do conservadorismo, sem que a esquerda a elas tivesse feito contraposição na medida necessária. | Leia o texto completo.

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Sociologia e trabalho: entrevista com Ruy Braga para o Boletim NPC 

[Por Telma Gil/ Boletim NPC] Ruy Braga é professor de Sociologia da Universidade de São Paulo e membro do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania – Cenedic/USP. Em seus estudos, entre outras questões, analisa as condições de vida e as lutas sociais de trabalhadores brasileiros e de outros lugares do mundo, no atual momento do capitalismo. Alguns dos livros assinados por ele são: “Para além do pós(-)colonial” (co-organizado com Michel Cahen); “A rebeldia do precariado: trabalho e neoliberalismo no Sul global”; “A pulsão plebeia: trabalho, precariedade e rebeliões sociais”; e “A política do precariado: do populismo à hegemonia lulista”. Nesta entrevista ao Boletim NPC, ele fala sobre sociologia, política do governo federal, e novas configurações da classe trabalhadora e de suas lutas. | Leia a entrevista completa.

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Barão de Itararé está com o canal no youtube BARÃO 2+1

Está no ar a segunda edição do programa BARÃO 2+1! No segundo programa produzido pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, os jornalistas Altamiro Borges (presidente do Barão), Renata Mielli (Secretária-Geral do Barão e coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação) e Laurindo Leal Filho, o professor Lalo, discutem a cobertura da mídia sobre diversos temas. Alguns dos comentados, nessa edição, são o festejado – e obscuro – acordo celebrado entre Mercosul e União Europeia, além das manifestações em defesa da Lava Jato e de Sérgio Moro, ocorridas no dia 30 de junho. SOBRE O PROGRAMA: Toda segunda-feira, uma rodada de bate-papo e análise da mídia e os principais acontecimentos da semana. O programa terá sempre dois representantes do Barão e um convidado. Inscreva-se no canal e acompanhe!

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Record News exibe direito de resposta contra intolerância religiosa

Na madrugada de terça-feira, 9 de julho, a Record News começou a exibir programas com duração de 20 minutos sobre religiões de matriz africana. Esse é o cumprimento do direito de resposta pelas ofensas e pela intolerância religiosa propagadas pela emissora. No total serão quatro programas, com os custos arcados pela emissora. Apesar de parecer uma vitória, o horário não é nada convidativo: às 2h30 da madrugada. Por esse motivo, o coletivo “Liberte Nosso Sagrado” está fazendo uma campanha para que o conteúdo seja compartilhado pela internet, nas redes e grupos. A ideia é utilizar as redes sociais para espalhar a campanha contra o racismo religioso. | Confira o primeiro programa e ajude a compartilhar.

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