Autor: Luisa Vieira

“Manchetômetro”: site analisa cobertura da mídia comercial 

[Por Brasil de Fato] O site “Manchetômetro” monitora a cobertura das grandes empresas de comunicação sobre temas relevantes da política e economia. Um grupo de 30 pesquisadores se dedica a analisar jornais como Folha de São Paulo, Estadão, O Globo e o programa de TV Jornal Nacional. “Existe um monopólio de empresas conservadoras que têm uma prática de jornalismo muito antiética e produzem uma concentração de opiniões favoráveis à posição delas. Quem circula em meios alternativos sabe que existem muitos argumentos contrários a reforma da previdência. No entanto, na GloboNews, Rede Globo e todas as televisões e jornais, existe de fato um coro em favor da reforma [da previdência] sem explorar os problemas que ela tem”, afirmou João Feres Júnior, em entrevista ao programa de rádio do Brasil de Fato. Ele é cientista político, diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp/UERJ) e coordenador do “Manchetômetro”. | Leia a matéria completa.

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45 anos depois da Revolução dos Cravos, Portugal inaugura Memorial da Ditadura

“O povo é quem mais ordena dentro de ti ó cidade”. A música “Grândola Vila Morena, de Zeca Afonso, nos faz lembrar um dos episódios mais emocionantes do século 20. Foi a Revolução dos Cravos de Portugal, que, em 25 de abril de 1974, pôs fim à ditadura salazarista. Para lembrar esse período recente, foi inaugurado, nesta semana, um memorial em homenagem aos lutadores e resistentes daquele período. Fica na Fortaleza de Peniche, a cerca de cem quilômetros de Lisboa. O local funcionou como prisão durante o Estado Novo português. Nele, além do Museu Nacional da Resistência e Liberdade, haverá um mural onde estarão marcados os nomes de 2500 presos políticos que lá estiveram encarcerados entre 1934 e 1974.

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Rádios comunitárias de Pernambuco têm encontro dia 19 de maio

A Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) de Pernambuco promove, no dia 19 de maio, o encontro regional das rádios comunitárias do Agreste Pernambucano. Será das 9h às 15h, no auditório da Universidade Maurício de Nassau, em Caruaru. A atividade é voltada para dirigentes de rádios comunitárias da região e tem como objetivo informar as principais pautas de luta a nível nacional e local. Também pretende orientar juridicamente a respeito das atualizações estatutárias, infrações por descumprimento dos apoios culturais e tramitação dos projetos de lei. Haverá ainda um bate-papo sobre captação de recursos e a proximidade do rádio com o público ouvinte através das plataformas digitais de comunicação. Os dirigentes podem se inscrever gratuitamente no local no dia do encontro ou pelo link http://bit.do/ePjc6.

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Segurando as mãos de Pedro Casaldáliga na Páscoa

A jornalista Ana Helena Tavares esteve em São Félix do Araguaia no fim de semana de Páscoa. Ela visitou Pedro Casaldáliga, que está com Parkinson, para entregar o livro que escreveu sobre ele. A obra, recém-lançada, se chama “Um bispo contra todas as cercas: a vida e as causas de Pedro Casaldáliga”. Dá para comprar em livrarias e pela internet, direto do site da editora. Acesse.

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Jornal da Cidade de Deus – edição de 1978

[Por Tatiana Lima] Hoje, 24 de abril, orientei um aluno da Rural que vai desbravar um projeto prático sobre representação da favela no cinema brasileiro a partir do filme Cidade de Deus. Aí mexendo nas minhas coisas encontrei esse jornal de 1978, chamado o Jornal da Cidade de Deus. Várias coisas me chamam a atenção neste jornal “comunitário”, mas a principal é a notícia “Queremos um Cinema. Estamos pedindo muito?”. Afinal, falamos da favela que entrou no imaginário social do cinema brasileiro através do cinema (inclusive, construindo uma representação pra lá de controversa) pelo filme “Cidade de Deus”. A pergunta é: tem sala de cinema na Cidade de Deus? Ao que eu saiba não. Passaram-se 40 anos. Achei essa pérola na pesquisa sobre comunicação popular que fiz em 2015 para o NPC, para a produção do livro de comunicação popular organizado e escrito por Claudia Santiago.

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