Autor: Luisa Vieira

Tarsila do Amaral e Djanira em exposição no MASP

[Com informações do jornal O Globo] O Museu de Arte de São Paulo (Masp) apresenta dois importantes brasis para quem vive em São Paulo ou visita a cidade. As exposições panorâmicas das artistas Tarsila do Amaral (1886-1973) e Djanira (1914-1979) dão ao público do museu oportunidades para se olhar no espelho. Tarsila tem a obra revista em “Tarsila popular”. As 120 obras que compõem a exposição, 52 delas pinturas, apresentam um conjunto com amplitude jamais vista. Juntas, elas revelam o interesse da artista pela criação e os saberes populares. Já em “Djanira: a memória de seu povo” apresenta a trajetória da artista, sua história de vida e suas muitas viagens pelo Brasil, assim como sua pintura engajada. Djanira da Motta e Silva foi uma artista autodidata e de origem trabalhadora que teve uma sólida carreira em vida, mas acabou sendo colocada de lado nas narrativas oficiais da história da arte brasileira. A exposição de Djanira vai até o dia 19 de maio de 2019. A de Tarsila dura um pouco mais: vai até 28 de julho.

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Nova biografia escrita por Mário Magalhães chega às livrarias em maio

Boa notícia! “Sobre lutas e lágrimas: uma biografia de 2018” tem chegada prevista às livrarias para 20 de maio. Esse é o livro mais recente de Mário Magalhães, autor da biografia de Carlos Marighella que inspirou o filme dirigido por Wagner Moura. Como escreveu o autor, “o livro conta a história do ano em que o Brasil flertou com o apocalipse. Um ano que tão cedo não vai terminar. É um livro indignado, escrito em um tempo que exige indignação”.

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Filme ‘Arpilleras: atingidas por barragens bordando a resistência’

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) disponibilizou, no youtube, o filme “Arpilleras: atingidas por barragens bordando a resistência”. O documentário conta a história de dez mulheres das cinco regiões do Brasil que, por meio de uma técnica de bordado surgida no Chile durante a ditadura militar, costuraram seus relatos de dor, luta e superação frente às violações sofridas em suas vidas cotidianas. Por meio desse “fio” condutor, cada mulher bordou sua história, singular e coletiva, na respectiva região do mapa do Brasil. No final das filmagens, formou-se um mosaico de relatos de dor e superação. Estes bordados, que segundo Violeta Parra “são canções que se pintam”, trazem ao público uma reflexão do que é ser mulher atingida por barragens no Brasil de hoje.

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Por Paulo Freire, em ‘Pedagogia da Autonomia’

Qualquer discriminação é imoral e lutar contra ela é um dever por mais que se reconheça a força dos condicionamentos a enfrentar. A boniteza de ser gente se acha, entre outras coisas, nessa possibilidade e nesse dever de brigar. Saber que devo respeito à autonomia e à identidade do educando exige de mim uma prática em tudo coerente com este saber.

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