Autor: Luisa Vieira

1º de Maio: caderno do NPC conta história do Dia do Trabalhador e da luta pela jornada de 8 horas

SÓ TEMOS 100 EXEMPLARES – O Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) lançou um caderno sobre a história do 1º de Maio e de dois séculos de lutas operárias. Neste ano de 2019, esse material é mais útil ainda, porque é um excelente instrumento para conversar com os trabalhadores sobre a importância dos sindicatos e das lutas para não perdermos os direitos que foram conquistados com anos de luta. Quando a industrialização começou os trabalhadores não contavam com leis que os protegessem minimamente. A jornada de trabalho era aquela que o patrão determinava. Salário-mínimo, nem pensar. Indenização por demissão, também não. Aposentadoria, ninguém sabia o que era. Se acidentou, azar o seu. Não tinha seguro acidente-de-trabalho. Se não fosse a luta, estaríamos assim até hoje. A cartilha recupera a história da conquista das 8 horas de trabalho e alerta aos trabalhadores e às trabalhadoras que é preciso estar sempre de olhos bem abertos para não perder direitos. | Saiba como adquirir.

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Claudia Santiago participa de “Circuito pela democracia: 55 anos do golpe de 1964”

Professores da UFRJ realizam, durante o mês de abril, diversas atividades sobre o golpe de 1964 e a ditadura que se instalou então. São mesas de discussão, exibição de documentários e debate com o diretor, lançamento de livro e rodas de conversa. As atividades começaram no dia 1º de abril e vão até o dia 29. Na terça-feira 16 de abril, a jornalista Claudia Santiago (NPC) fará a mediação de uma mesa sobre “Militares ontem e hoje na política”. Dela participam os professores Eduardo Heleno (UFF) e Adriana Barreto (UFRRJ). Será às 17h, no Salão Nobre do IFCS. A programação completa, com dias e temas das outras mesas, pode ser conferida aqui.

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Claudia Santiago participa de mesa-redonda sobre ‘Comunicação e direito à alimentação’

No próximo dia 17, às 19h, a equipe da TV Alimentação e Poder promove um encontro para comemorar um ano de coletivo. Nesse dia, a jornalista e coordenadora do NPC, Claudia Santiago, participará de uma roda de conversas sobre “Audiovisual, comunicação e o Direito à Alimentação” junto com com Moriti Neto (o Joio e o Trigo) e Jorge Grinspum (Festival Entretodos de Curtas de Direitos Humanos). Haverá, também, a entrega do prêmio Tina Galvão de Comunicação e Direitos Humanos. O evento acontecerá no Espaço Cultural A Próxima Companhia: Rua Barão de Campinas, 529, Santa Cecília – São Paulo (SP).

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Festival Internacional Amazônida de Cinema de Fronteira começa dia 12 de abril

Há cinco anos a cidade de Marabá, sudeste paraense, sedia o Festival Internacional Amazônida de Cinema de Fronteira. O evento, protagonizado pela Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), é realizado em parceria com os movimentos sociais da região, em particular os dedicados à luta pela terra. Evandro Medeiros, professor da Unifesspa, coordena o evento. As sessões ocorrem em diversas cidades entre os dias 12 e 18 de abril. O festival ocorre em abril, no mês em que ocorreu o Massacre de Eldorado de Carajás (1996). Neste ano, a homenageada será a Comissão Pastoral da Terra (CPT). | Confira a programação e saiba mais AQUI

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Morte com CEP

[Por Tatiana Lima/ para o BoletimNPC] “Se esse fosse um país sério, a gente estava botando fogo nas ruas”. A fala de Emicida num programa de TV é a mais absoluta verdade. Se esse fosse um país sério com seus cidadãos, a gente estava colocando fogo nas ruas em revolta popular igual quando a polícia atirou em um jovem negro em Londres no ano de 2014. Mas aqui a gente duvida da vítima. A gente acha normal matar preto. Acha um erro ok, plausível e viável soldados dispararem contra um carro em meio a uma via urbana povoada. Sobretudo quando esse motorista é preto. Mesmo que sejam disparados 80 tiros. Mesmo que soldados debochem. Mesmo quando se mata um pai na frente do filho de sete anos. E sabe por quê? Porque é ok matar preto. Mais ok ainda sob o argumento da segurança pública. | Continue lendo.

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