Autor: Luisa Vieira

Documentário ‘O dia que durou 21 anos’ está disponível no youtube

O documentário “O dia que durou 21 anos” foi dirigido por Camilo Tavares. ELe tem como ponto de partida a crise provocada pela renúncia do presidente Jânio Quadros, em agosto de 1961. Vai até o ano de 1969, com o sequestro do então embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick, por grupos armados. O principal destaque do filme é o grande acervo documental apresentado. Também mostra os interesses e a participação ativa dos EUA durante todo o processo político que levou à deposição de João Goulart e à instalação da ditadura. É importante ver para conhecer a história e saber as semelhanças com o tempo presente.

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Por Darcy Ribeiro, em ‘O Brasil como problema’

“O dano maior que nos fez a ditadura militar, perseguindo, torturando e assassinando os jovens mais ardentemente combativos da última geração, foi difundir o medo, promover a indiferença e a apatia. Aquilo de que o Brasil mais necessita, hoje, é de uma juventude que se encha de indignação contra tanta dor e tanta miséria. Uma juventude que não abdique de sua missão política de cidadãos responsáveis pelo destino do Brasil, porque sua ausência é imediatamente ocupada pela canalha”.

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Começou a turma de 2019 do Curso de Comunicação Popular

Na terça-feira, 12 de março, ocorreu a aula inaugural do curso de comunicação popular do NPC. Nesse dia, foi exibido o documentário “Comunicação popular no Rio: quem faz?”. Os alunos também se apresentaram e conversaram sobre a programação. Estão previstas aulas teóricas sobre comunicação e, também, oficinas práticas de escrita, fotografia, edição de vídeo e redes sociais. A primeira aula, de redação e reportagem, será no dia 30 de março. Ao final do curso, será lançado o jornal “Vozes das comunidades”, que há mais de dez anos vem sendo distribuído todo 7 de setembro, na manifestação do Grito dos Excluídos.

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NPC recebe companheiros do Comitê Belgo-Brasileiro

Na última terça-feira, 19 de março, recebemos, no NPC, o engenheiro Dirk Ameel e a professora Cecília Kooken, do Comitê Belgo-Brasileiro. Eles puderam conhecer melhor o trabalho do Núcleo e também visitaram o Espaço Gramsci. Além de conversarmos sobre nossas atividades, falamos um pouco sobre a situação brasileira e questionamos sobre a ascensão da direita na Europa. Também perguntamos sobre a imagem do presidente brasileiro no exterior, ao que responderam: “A pior possível”. De lá, eles seguiram para a Ocupação Vito Giannotti, onde conversaram sobre a questão da moradia do Rio de Janeiro e se informaram sobre a história de resistência da ocupação. Depois, foram para o Armazém do Campo, onde puderam conhecer o espaço do MST de comercialização dos produtos da Reforma Agrária.

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