Autor: Luisa Vieira

Sugestão de Gizele Martins

Dia 20 de março é dia de campanha contra a empresa Cemex, que beneficia o apartheid promovido por Israel contra a Palestina. É essa companhia que constrói os muros militares e os assentamentos ilegais na região. “Que tal produzir materiais que denunciem as empresas que lucram com o genocídio das nossas populações?”, questiona a jornalista e moradora da Maré, Gizele Martins.

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Datena e o jornalismo Mundo Cão vendem o ódio bolsonarista há três décadas na TV

[Por João Filho/ Intercept Brasil] O Brasil já se acostumou a acompanhar violência explícita na TV. Quase todas as emissoras têm em sua grade de programação um jornal policial vespertino que traz diariamente as novidades do mundo cão. Há quase três décadas, empresas privadas se utilizam de concessões públicas para fomentar uma cultura de ódio, vingança e violência. Chavões como “bandido bom é bandido morto” e “direitos humanos para humanos direitos” vem sendo exaustivamente repetidos pelos apresentadores desses programas. Ali a violência policial é reverenciada, suspeitos são tratados como culpados e os direitos humanos servem apenas para proteger bandido. Pobres, negros e gays têm seus estereótipos negativos reforçados todos os dias. Qualquer semelhança com o bolsonarismo não é mera coincidência. | Leia a matéria completa.

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ONU: tempestade que atingiu Moçambique foi a pior no Hemisfério Sul

[Com informações da Agência Brasil e Rádio Notícias TSF] A tempestade que atingiu Moçambique provocou o pior desastre natural do Hemisfério Sul, disseram representantes da Organização das Nações Unidas (ONU). Mais de 1,7 milhão de pessoas foram afetadas. O cenário descrito pela ONU é de devastação. O ciclone Idai, que passou também pelo Malaui e o Zimbabue, deixou pelo menos 222 mortos, segundo balanço provisório divulgados pelos governos na segunda-feira. O presidente moçambicano, Filipe Nyusi, afirmou que mais de mil pessoas podem ter morrido. A cidade natal do escritor moçambicano Mia Couto, Beira, foi uma das mais atingidas. “Estou eu quase tão destruído quanto a minha cidade”, escreveu o autor.

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Panorama dos jornais alemães de esquerda

A seguir, apresentamos um levantamento de jornais de esquerda da Alemanha. O material foi sistematizado por Mareen Butter, jornalista alemã que escreve sobre política brasileira. Os títulos, apresentados por ela, são “Neues Deutschland” (“Nova Alemanha”); “Junge Welt” (jW) (“Mundo jovem”); “Tageszeitung” (tradução “O jornal diário”); der Freitag (“A sexta-feira”); e Süddeutsche Zeitung (“jornal Alemão do Sul”, abreviatura SZ). Saiba mais sobre as características desses periódicos e números de sua tiragem e circulação clicando aqui.

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