Autor: Luisa Vieira

Por Emicida, rapper

Se o Brasil tivesse respeito pelos seus cidadãos, era para esse país estar pegando fogo hoje (8/4). Oitenta tiros num carro de família que estava indo pra um chá de bebê. Um pai morreu na frente de um filho de sete anos. O militar, que atirou, debochou quando a mulher desceu do carro. A gente é de um país em que o segurança do mercado se sente livre para asfixiar um cara, assassinar aquele cara, e não acontece nada. Isso é um soco no estômago, um tapa na cara do brasileiro, pra mostrar como o nosso Estado é genocida. E a gente precisa urgentemente fazer alguma coisa com relação a isso.

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Por Astrid Prange, jornalista alemã

A falsificação da história depois da visita a um museu em memória às vítimas do Holocausto cruzou todos os limites. Eu, como jornalista alemã, estou atônita. No mundo ideologicamente envenenado de Bolsonaro, a história parece ser uma massa de manobra.

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Teia de Comunicação Popular é divulgada no programa de rádio do Brasil de Fato

A radialista Denise Viola entrevistou a jornalista e coordenadora do NPC, Claudia Santiago, no último dia 19 de março. O tema foi a comemoração de um ano da Teia de Comunicação Popular do Brasil. “A Teia não produz conteúdo. Quem faz isso é o Brasil de Fato; o Vias de Fato, do Maranhão; o Terra Sem Males, do Paraná; a Comissão Pastoral das Terras; o blog O Furo, do Pará; a Rádio Classista, do Ceará; e tantos outros veículos. Essas entidades, organizações e grupos de comunicação produzem matérias, entrevistas e reportagens. Conteúdo impresso, na rádio e nas redes. O que a gente faz? A Teia reúne e divulga o que esses diversos coletivos de comunicação estão produzindo”, explicou Claudia. | Confira a entrevista!

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Projeto ‘Jovens em Comunicação’ realiza atividades formativas no Bico do Papagaio (TO)

[Por Bruno Alface] Quando pensamos em jovens que vivem nas áreas rurais do Brasil, imaginamos que tipos de ferramentas em suas mãos? Enxadas, rastelos, pás, ou smartphones e câmeras fotográficas? Como a identidade cultural desse público juvenil pode ser compreendida, respeitada e preservada? Quais são as demandas das juventudes rurais brasileiras hoje em nossa sociedade? Essas questões podem ser refletidas a partir da experiência do Projeto Social ‘’Jovens em Comunicação’’, concebido e executado pela Organização Não Governamental APA-TO – Alternativas para a Pequena Agricultura no Tocantins. Fazendo uso de uma metodologia educomunicativa, a ação beneficia jovens, homens e mulheres, de faixa-etária entre 15 e 32 anos, que residem em comunidades rurais e tradicionais do Bico do Papagaio, região do extremo norte do estado do Tocantins. | Leia a matéria completa.

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