Autor: Luisa Vieira

Inscrições abertas para curso de formação e empoderamento de mulheres, em Curitiba

[Por Brasil de Fato] Vão até 30 de março as inscrições para o curso “Promotoras Legais Populares”. O curso surgiu da necessidade de enfrentar as situações de violência, exploração, discriminação e desigualdade sofridas pelas mulheres. O objetivo central é promover formação sobre feminismo e os direitos das mulheres. Dentre os temas dos encontros estão educação popular feminista; construção dos papéis sociais impostos à mulher e ao homem; mulher, mídia e representação cultural; mulheres negras; dentre outros. O curso será às segundas-feiras, a partir de 22 de abril, das 19h às 21h, no Prédio Histórico da UFPR (Praça Santos Andrade). É voltado para mulheres do meio popular, trabalhadoras, de movimentos e organizações sociais e sindicais e de comunidades tradicionais, de qualquer idade. Não há qualquer tipo de custo. Para se inscrever, basta preencher o formulário. | Confira!

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31ª edição da Medalha Chico Mendes de Resistência

Na segunda-feira, 1º de abril, às 17h30, será a próxima edição da Medalha Chico Mendes de Resistência. Há 31 anos, o Grupo Tortura Nunca Mais (GTNM), do Rio de Janeiro, vem homenageando pessoas físicas ou jurídicas, brasileiras ou estrangeiras, por suas lutas na defesa dos direitos à vida e à liberdade. Também reconhece o trabalho daqueles que se dedicam a uma sociedade plural, fraterna e sem torturas, reafirmando sua dignidade e sua memória. Neste ano de 2019, alguns dos homenageados são Santa Rita do Bracuí, o ANDES, mãe beata de Iemanjá, Lúcia Xavier, resistentes do MST, dentre outros. Haverá, ainda, uma homenagem em memória de Marielle Franco. A atividade será na Capela Ecumênica da UERJ.

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Por que a primeira-ministra da Nova Zelândia decidiu nunca pronunciar nome do atirador

[Com informações da BBC] Em discurso emocionado no Parlamento da Nova Zelândia, a primeira-ministra do país, Jacinda Ardern, anunciou que nunca dirá o nome do atirador que matou 50 pessoas em duas mesquitas na cidade de Christchurch. “Ele buscou muitas coisas em seu ato de terror, entre delas a notoriedade – é por isso que você nunca me ouvirá mencionar seu nome”, disse. Com 38 anos, a política progressista tem recebido apoio dentro e fora do país pelas declarações e medidas pós-ataque. Ela também decidiu desafiar o lobby de armas no país, proibindo todas as armas semiautomáticas e todos os fuzis de assalto. Ela afirmou ainda, em entrevista à BBC, que sente a responsabilidade de combater os discursos de ódio não apenas em seu país, mas em outros. “Se quisermos garantir globalmente que somos um mundo seguro e tolerante e inclusivo, não podemos pensar sobre isso em termos de fronteiras”, afirmou Jacinda Ardern em entrevista à BBC, uma de suas primeiras após o atentado no último dia 15.

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