Autor: Luisa Vieira

Trump e sua tropa. Os anormais que viram regra

[Por Reginaldo Moraes/ Jornal da Unicamp] Em 2017, um grupo de 27 psiquiatras e especialistas em saúde mental organizou um livro de artigos que pode parecer estranho. E é, mas deveria produzir um outro sentimento: o medo, mas o medo que não paralise. Foi editado por Bandy X. Lee e se chama The Dangerous Case of Donald Trump (ed. St. Martin’s Press, NY]. Eles dizem que uma outra forma de “normalidade maligna” é introduzida por Donald Trump e seu governo. Um presidente visivelmente perigoso se torna “normalizado” e essa normalidade ameaçadora passa a dominar não apenas o governo, mas, também, aqueles que a ele se opõem. Determina a dinâmica da vida social e do debate político. | Leia o texto completo.

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Portal Desacato, de SC, dá visibilidade a informações que a mídia empresarial oculta ou distorce

Em 25 de agosto de 2007 foi lançado o Portal Desacato, com o objetivo de dar visibilidade à pauta dos trabalhadores e trabalhadoras, os excluídos e as lutas sociais do país. Surgiu no formato de revista digital e, com o tempo, foi aumentando e diversificando sua produção. Hoje, além da atualização permanente do site, toda semana circula o Jornal dos Trabalhadores e Trabalhadoras (JTT). O último programa, por exemplo, foi sobre a reforma da previdência anunciada pelo governo. Há, ainda, outros programas, que abordam temas como as lutas atuais indígenas, a defesa da soberania nacional, as mulheres latino-americanas, dentre outros. Conheça, acompanhe e colabora com essa iniciativa em http://desacato.info.

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CUT disponibiliza ferramenta contra a Previdência de Bolsonaro

Para barrar a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL), a CUT criou uma ferramenta de luta e mobilização contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 006/2019) que praticamente acaba com a aposentadoria de milhões de brasileiros. Trata-se do site ‘Reaja Agora’. Ele permite aos trabalhadores e trabalhadoras se informarem sobre as principais alterações que o governo quer fazer nas regras da aposentadoria e como elas afetarão a vida de cada um. O site também dá acesso a uma calculadora, o chamado “Aposentômetro”, para que todos possam calcular e comparar quanto tempo falta para se aposentarem com as atuais regras e com as regras propostas por Bolsonaro. O site é http://reajaagora.org.br.

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Guilherme Boulos: “Não podemos ter uma oposição só de hashtag”

[Por Luís Eduardo Gomes/ Sul 21] Candidato do PSOL à presidência em 2018 e coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos concedeu uma entrevista à equipe do Sul21. Alguns dos temas abordados são a prisão do ex-presidente Michel Temer (MDB), o papel da oposição na reforma da Previdência, o ambiente de repressão aos movimentos sociais no governo Jair Bolsonaro (PSL) e os primeiros meses do novo presidente. Boulos definiu a gestão até agora como um “governo que causa vergonha alheia, aqui e lá fora”, mas destacou que, ainda assim, conseguiu promover uma “série de retrocessos” em seus primeiros 70 dias. “Em 70 dias de governo Bolsonaro, caíram máscaras que desgastaram esse governo. Setores que votaram no Bolsonaro começam a perceber o peixe podre que compraram. Diante disso, é preciso ter uma oposição contundente. Não podemos ter uma oposição só de hashtag. Não podemos ter uma oposição dócil, bem comportada”. | Confira a seguir a íntegra da entrevista.

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Para MAB, assassinato da coordenadora Dilma está relacionado a seu ativismo no Pará

[Por Rede Brasil Atual] O assassinato da coordenadora regional do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), Dilma Ferreira Silva, pode estar relacionado à sua luta por direitos, ao longo de mais de 30 anos, das pessoas atingidas pela construção da usina hidrelétrica de Tucuruí, no Pará. Na última sexta-feira, 22 de março, Dilma foi encontrada morta em sua casa no assentamento Salvador Allende, na zona rural de Baião Nordeste, junto com seu marido, Claudionor Costa da Silva, e seu amigo, Hilton Lopes. Em entrevista à jornalista Marilu Cabañas, da Rádio Brasil Atual, os membros da coordenação nacional do MAB, Iuri Charles Bezerra e Gilberto Cervinski, contaram, com base no depoimento de algumas testemunhas da região, que o crime teria sido executado por cerca de cinco a seis pessoas, na noite da quinta (21) para sexta. “A gente está pedindo explicação para isso, tem relação? De que se trata esses acontecidos? Porque não é uma motivação comum que leva ao assassinato de uma liderança conhecida e que tem história na região”, ressalta Bezerra. O movimento está buscando uma reunião com o secretário de Segurança Pública do Pará para pedir providências e punição aos culpados.

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