Teia de Comunicação Popular do Brasil completa um ano
De norte a sul do Brasil, existem muitas e diferentes experiências de comunicação contra-hegemônica!
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consulte Mais informaçãoO Núcleo Piratininga de Comunicação inicia, logo depois do carnaval, as aulas do tradicional Curso de Comunicação Popular, que acontece entre março e setembro no Rio de Janeiro. O curso, financiado pela Fundação Rosa Luxemburgo, é destinado a moradores de favela e periferias que atuem ou queiram atuar na Comunicação Popular do local onde vivem. Nosso objetivo é incentivar a comunicação popular, estimulando a produção de veículos alternativos e também colaborando para a melhoria e ampliação dos já existentes. As aulas teóricas falarão sobre comunicação popular hoje, história da imprensa, análise da mídia, publicidade social na comunicação popular, mídia na cidade do Rio de Janeiro, segurança na internet, democratização da comunicação, geografia do Rio de Janeiro, entre outros. As aulas práticas são de redação, reportagem, entrevista, internet, vídeo e fotografia. Vamos juntos que 2019 exigirá muito trabalho e muita luta!
consulte Mais informação[Por Sylvia Moretsohn em 23.02.2019] Vendo a vergonhosa cobertura da RTP sobre o conflito na Venezuela (e me custa dizer isso, considerando a memória que tenho da excelência da cobertura da invasão do Iraque, mas isso tem tanto tempo e as coisas mudam), vendo a insistência em mostrar a imagem do ônibus que encenava (e pelo menos isso a TV dizia: que era uma encenação, mas uma coisa é o que se diz, outra é o que se mostra) o trajeto para cruzar a fronteira entre a Colômbia e o país vizinho para entregar a tal “ajuda humanitária”, vendo a insistência na exibição da imagem de um caminhão incendiado (e sobre isso voltarei ao final do texto), não pude deixar de me recordar do que dois correspondentes internacionais portugueses, muito diferentes entre si, relataram de sua experiência na cobertura de encenações em cenários de guerra. | Leia o artigo completo.
consulte Mais informaçãoNo dia em que se completa um mês do crime da mineradora Vale no rio Paraopeba e na bacia do rio São Francisco, após o rompimento da barragem de Córrego do Feijão em Brumadinho (MG), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) publica um estudo sobre o crime. O dossiê tem por objetivo fazer a denúncia do crime da Vale sob a ótica dos trabalhadores. Nós, atingidos por barragens, que sofremos na pele a recorrente violação de direitos, também denunciamos a destruição e a apropriação de bens naturais, a exploração dos trabalhadores e o desrespeito às comunidades por parte das grandes empresas para a geração de lucros extraordinários.O MAB continuará a denunciando esses crimes e lutando pelo direito dos atingidos por barragens em todo o Brasil. Água e Energia com soberania, distribuição da riqueza e controle popular! | Confira o dossiê completo.
consulte Mais informaçãoNo mês das mulheres, a jornalista e escritora Rubermária Sperandio lançará seu livro de poemas, intitulado “Matrioskas”, no dia 13 de março, às 19h, no Olho da Rua (Rua Bambina, 6, Botafogo). Um livro feminista, com prefácio da escritora Clara Averbuck. Diz um trecho: “…De amor, de cortes, de manchas na alma, de desejo, de passado, das constantes mãos em nossas bocas tentando impedir que as palavras saiam, pois elas saem e dançam juntas pelas páginas do livro, inteiras como a última Matrioska…”.
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