Dia Mundial da Água em um Brasil ameaçado por privatizações, por Clóvis Nascimento
22 de março é Dia Mundial da Água e temos pouco a comemorar. Isso porque os tempos de...
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consulte Mais informaçãoHoje, cem anos após a morte da revolucionária Rosa Luxemburgo, suas reflexões seguem pertinentes para as questões de nossa época, como também o dilema que cunhou – “socialismo ou barbárie” – não perde sua relevância. Sobretudo em um tempo em que, depois das guerras de extermínio total, ressurgem fantasmas históricos do passado. O socialismo democrático de Rosa se apresenta, assim, como uma perspectiva mais que necessária para aqueles que ousam construir dias melhores. É nesse intuito que a Fundação Rosa Luxemburgo organiza o ciclo de debates “Socialismo ou barbárie: a democracia em Rosa Luxemburgo”. No Rio de Janeiro, a atividade será no dia 28 de março, às 19h, no Salão Nobre da UFRJ (Largo São Francisco de Paula, 1, Centro do Rio. Participam do debate a professora e pesquisadora Isabel Loureiro; o filósofo, tradutor e organizador dos livros de Rosa, Holger Politt; o professor e pesquisador Marildo Menegat; e a trabalhadora da USP Diana Assunção, que é editora do Esquerda Diário e fundadora do Grupo de Mulheres Pão e Rosas. Saiba mais!
consulte Mais informaçãoA jornalista e ex-deputada Manuela D’Ávila inaugurou, no mês de março, uma série de vídeos produzidos pelo instituto “E se fosse você”. O objetivo é combater as mentiras que circulam pelas redes sociais e lutar contra as campanhas de ódio que têm se disseminado pela internet. Três vídeos já foram postados: um sobre os ataques virtuais à pesquisadora e blogueira feminista Lola Aronovich; outro sobre as mentiras que circularam sobre Marielle Franco após o assassinato da vereadora; e, o mais recente, é sobre as notícias falsas que atacam a deputada Maria do Rosário. Além dos vídeos, o instituto também tem produzido Podcasts com entrevistas sobre os assuntos abordados. Saiba mais pelo canal da Manuela Dávila, onde os vídeos são divulgados.
consulte Mais informaçãoDia 20 de março é dia de campanha contra a empresa Cemex, que beneficia o apartheid promovido por Israel contra a Palestina. É essa companhia que constrói os muros militares e os assentamentos ilegais na região. “Que tal produzir materiais que denunciem as empresas que lucram com o genocídio das nossas populações?”, questiona a jornalista e moradora da Maré, Gizele Martins.
consulte Mais informação[Por João Filho/ Intercept Brasil] O Brasil já se acostumou a acompanhar violência explícita na TV. Quase todas as emissoras têm em sua grade de programação um jornal policial vespertino que traz diariamente as novidades do mundo cão. Há quase três décadas, empresas privadas se utilizam de concessões públicas para fomentar uma cultura de ódio, vingança e violência. Chavões como “bandido bom é bandido morto” e “direitos humanos para humanos direitos” vem sendo exaustivamente repetidos pelos apresentadores desses programas. Ali a violência policial é reverenciada, suspeitos são tratados como culpados e os direitos humanos servem apenas para proteger bandido. Pobres, negros e gays têm seus estereótipos negativos reforçados todos os dias. Qualquer semelhança com o bolsonarismo não é mera coincidência. | Leia a matéria completa.
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