Autor: Luisa Vieira

ONU: tempestade que atingiu Moçambique foi a pior no Hemisfério Sul

[Com informações da Agência Brasil e Rádio Notícias TSF] A tempestade que atingiu Moçambique provocou o pior desastre natural do Hemisfério Sul, disseram representantes da Organização das Nações Unidas (ONU). Mais de 1,7 milhão de pessoas foram afetadas. O cenário descrito pela ONU é de devastação. O ciclone Idai, que passou também pelo Malaui e o Zimbabue, deixou pelo menos 222 mortos, segundo balanço provisório divulgados pelos governos na segunda-feira. O presidente moçambicano, Filipe Nyusi, afirmou que mais de mil pessoas podem ter morrido. A cidade natal do escritor moçambicano Mia Couto, Beira, foi uma das mais atingidas. “Estou eu quase tão destruído quanto a minha cidade”, escreveu o autor.

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Panorama dos jornais alemães de esquerda

A seguir, apresentamos um levantamento de jornais de esquerda da Alemanha. O material foi sistematizado por Mareen Butter, jornalista alemã que escreve sobre política brasileira. Os títulos, apresentados por ela, são “Neues Deutschland” (“Nova Alemanha”); “Junge Welt” (jW) (“Mundo jovem”); “Tageszeitung” (tradução “O jornal diário”); der Freitag (“A sexta-feira”); e Süddeutsche Zeitung (“jornal Alemão do Sul”, abreviatura SZ). Saiba mais sobre as características desses periódicos e números de sua tiragem e circulação clicando aqui.

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Durante exílio, mulheres brasileiras construíram espaços de luta

[Por CEDEM/Unesp] Feministas latino-americanas, que residiam na França no final dos anos 1960, formaram grupos para denunciar e discutir a condição feminina nos países em desenvolvimento. Dois grupos se destacaram nessa militância: o Círculo de Mulheres Brasileiras em Paris (1976 – 1979) e o pioneiro Grupo Latino-Americano de Mulheres em Paris (1972 – 1976). Documentos produzidos pelo Círculo de Mulheres Brasileiras em Paris foram organizados pela Seção Feminina do Partido Comunista Brasileiro, que integram a coleção ASMOB (Archivio Storico del Movimento Operaio Brasiliano), custodiada no CEDEM. Eles falam de um grupo em permanente mobilização política pelo fim da ditadura no Brasil. Mas não só. As brasileiras conceberam o espaço como um local de socialização, um ponto de encontro onde poderiam falar de suas realidades, suas dificuldades e outras questões não vinculadas diretamente à política. Os documentos forneceram subsídios para a pesquisadora Maira Luisa Gonçalves de Abreu, durante a realização do mestrado “Feminismo no Exílio: o Círculo de Mulheres Brasileiras em Paris e o Grupo Latino-Americano de Mulheres em Paris”. | Saiba mais!

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Dicas de leitura do Espaço Gramsci

No último boletim do Espaço Gramsci, foram apresentadas algumas dicas de leitura que podem nos ajudar a entender o tempo atual e, também, um lançamento da Editora Expressão Popular. Os livros indicados foram: “O ódio como política – a reinvenção das direitas no Brasil”, organizado por Esther Solano; “Marx e a superação do Estado”, de Ademar Bogo; “Imaginação e criação na infância”, de Vigotski; e “Rosa Luxemburgo ou o preço da liberdade”, organizado por Jörn Schütrumpg. Para saber mais sobre essas obras, basta clicar aqui.

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