Autor: Luisa Vieira

Concentração dos meios de comunicação é grande na AL, diz UNESCO

As normas para funcionamento dos meios de comunicação na América Latina e no caribe se fortaleceram. A ideia foi defendida pela Unesco em seu estudo “Tendencias mundiales en libertad de expresión y desarrollo de los medios: informe regional para América Latina y el Caribe 2017/2018” . O informativo trata do atual cenário de convergência digital e os riscos da concentração da propriedade para a liberdade de expressão. “Persiste a tendência à concentração da propriedade cruzada nos meios de comunicação”.

O estudo fala do maior acesso à Internet na região, especialmente através da banda larga, mas reconhece as enormes disparidades em função de nível econômico e localização. E diz que é visível o aumento do número de usuários das redes sociais, enquanto as empresas, tanto de radiodifusão como de imprensa estão migrando para plataformas digitais, e com dificuldades para sobreviver.

consulte Mais informação

Se a Reforma da Previdência é boa, por que a pressa?

A nossa pauta, a pauta dos trabalhadores, hoje, precisa ser uma só: Reforma da Previdência. É correr contra o tempo e explicar ponto por ponto o que essas mudanças, apresentadas ao Congresso Nacional pelo atual governo na última quarta, dia 21, significam; e que que consequências trarão para nossas vidas.

A mídia empresarial cumpre o seu papel. São páginas e páginas de jornais, programas de televisão e Internet para mostrar a sua versão do fato. É isso. Apenas uma versão. Mas, assim, como no caso das UPPs no Rio de Janeiro, nessas horas eles fecham posição e vão para cima para tentar fazer os trabalhadores se voltarem contra eles mesmos. É possível encontrar capas como esta de O DIA, ou a do Jornal do Brasil, no dia 21, que estampou a seguinte mensagem: “Reforma da Previdência: O sacrifício será dos mais pobres. Proposta exige mais de mulheres e trabalhadores do campo”. Mas são exceção.

A Comunicação dos trabalhadores tem que fazer o mesmo. De Norte a Sul, uma única voz: Não à Reforma da Previdência. | Confira mais links úteis.

consulte Mais informação

MAB está em Brumadinho dando assistência às famílias

Desde o rompimento em Brumadinho, assim como fez em Mariana, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) está presente nas comunidades junto às famílias atingidas. O movimento oferece apoio e orientação organizativa, com base na sua experiência de 27 anos de atuação com populações atingidas por barragens no Brasil. Essas famílias estão em luta para garantir seu direito à informação, participação nos processos de negociação e por uma indenização e reparação justa. O MAB luta para que a reconstrução de suas vidas, assim como a revitalização de todo o ecossistema contaminado, seja feita a partir do protagonismo dos (as) atingidos (as) pelas barragens.

Na página do MAB estão sendo publicadas notícias atualizadas, diariamente, sobre o andamento deste caso. Também está havendo uma campanha de solidariedade para que se continue a oferecer ajuda e apoio a essas famílias. Saiba mais em http://mabnacional.org.br.

consulte Mais informação

Em 10 estados, atos contra o assassinato de jovem negro paralisam atividades do Extra

Por Juca Guimarães/Brasil de Fato | São Paulo (SP) – Em dez estados brasileiros, milhares de manifestantes foram às ruas no domingo (17) e na segunda-feira (18) em protesto contra a rede de supermercados Extra, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), por conta do assassinato por estrangulamento do jovem Pedro Gonzaga, de 19 anos, em uma unidade da rede na Barra da Tijuca, área nobre do Rio de Janeiro (RJ), no último dia 14. O GPA é vice-líder do setor supermercadista no Brasil, que fatura o equivalente a 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Os cinco maiores grupos, entre eles o GPA, abocanham mais de 40% do faturamento do setor. | Continue lendo.

consulte Mais informação

[Por Leandro Vieira*] Por tanta dor, aqui o carnaval é mais alegre. Por tanta dor, a Mangueira desfila. Por tanta dor, a gente samba na chuva, enfrenta temporais e faz da incapacidade administrativa de manter uma cidade turística resistente às chuvas que sabemos que todo ano chegam.

O morador do morro da Mangueira não teme chuva. Lá no alto, eles perdem pra ela. Aqui embaixo, qualquer criança que samba faz da água que empossa na rua mal cuidada um atrativo para o corpo que brinca. (…)

*Leandro Vieira é carnavalesco da Mangueira, escola de samba do Rio de Janeiro.

consulte Mais informação

Pin It on Pinterest