Autor: Luisa Vieira

MAB está em Brumadinho dando assistência às famílias

Desde o rompimento em Brumadinho, assim como fez em Mariana, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) está presente nas comunidades junto às famílias atingidas. O movimento oferece apoio e orientação organizativa, com base na sua experiência de 27 anos de atuação com populações atingidas por barragens no Brasil. Essas famílias estão em luta para garantir seu direito à informação, participação nos processos de negociação e por uma indenização e reparação justa. O MAB luta para que a reconstrução de suas vidas, assim como a revitalização de todo o ecossistema contaminado, seja feita a partir do protagonismo dos (as) atingidos (as) pelas barragens.

Na página do MAB estão sendo publicadas notícias atualizadas, diariamente, sobre o andamento deste caso. Também está havendo uma campanha de solidariedade para que se continue a oferecer ajuda e apoio a essas famílias. Saiba mais em http://mabnacional.org.br.

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Em 10 estados, atos contra o assassinato de jovem negro paralisam atividades do Extra

Por Juca Guimarães/Brasil de Fato | São Paulo (SP) – Em dez estados brasileiros, milhares de manifestantes foram às ruas no domingo (17) e na segunda-feira (18) em protesto contra a rede de supermercados Extra, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), por conta do assassinato por estrangulamento do jovem Pedro Gonzaga, de 19 anos, em uma unidade da rede na Barra da Tijuca, área nobre do Rio de Janeiro (RJ), no último dia 14. O GPA é vice-líder do setor supermercadista no Brasil, que fatura o equivalente a 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Os cinco maiores grupos, entre eles o GPA, abocanham mais de 40% do faturamento do setor. | Continue lendo.

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[Por Leandro Vieira*] Por tanta dor, aqui o carnaval é mais alegre. Por tanta dor, a Mangueira desfila. Por tanta dor, a gente samba na chuva, enfrenta temporais e faz da incapacidade administrativa de manter uma cidade turística resistente às chuvas que sabemos que todo ano chegam.

O morador do morro da Mangueira não teme chuva. Lá no alto, eles perdem pra ela. Aqui embaixo, qualquer criança que samba faz da água que empossa na rua mal cuidada um atrativo para o corpo que brinca. (…)

*Leandro Vieira é carnavalesco da Mangueira, escola de samba do Rio de Janeiro.

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Surimã: O Rio do Veneno

SURIMÃ: O RIO DO VENENO foi exibido no Rio de Janeiro, na segunda, dia 18/2. O filme fala sobre os impactos sociais e ambientais da invasão das reservas indígenas e rios da Amazônia por grupos de garimpeiros, madeireiras, pescadores e caçadores ilegais; que influenciam, principalmente, a realidade dos povos isolados que vivem no Vale do Javari e Alto Solimões.

O FILME foi realizado pela plataforma Bombozila de cinema independente emco-produção com a Pedrada Filmes e Produção Executiva, da Chiappini Filmes. A direção e roteiro é de : Patrick Granja. Na equipe, estão Vito Eleguá, Marcelo Chalreo, Victor Ribeiro, Rafael Chacon e Káliman Chiappini. A trilha sonora é de : Tüküna Nawa Waik – Musicalidade Kanamari (CTI). O filme conta com o apoio institucional, entre outros da: Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ e do Cimi.

Clique aqui e veja o trailer.

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Filme sobre Casaldáliga explica o combate atual à Igreja Católica progressista

Por Ed Wilson Araújo – Uma boa narrativa para entender as denúncias de espionagem contra religiosos da Igreja Católica é o filme “Descalço sobre a terra vermelha”. Baseado em fatos reais, o filme narra a saga do bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT), Dom Pedro Casaldáliga. No auge da ditadura, em 1968, Casaldáliga enfrentava latifundiários, grileiros e jagunços que exterminavam lavradores e índios no Mato Grosso. O filme retrata uma terra sem lei nem justiça, onde a força bruta e a bala imperavam, com apoio do próprio sistema de segurança oficial. | Continue lendo.

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