Autor: Luisa Vieira

Livro-Agenda do NPC de 2019 mostra como a educação é uma luta de todos nós

Trabalhadores e trabalhadoras do Brasil estão passando por um momento de duros retrocessos, tanto na área dos direitos quanto na questão dos valores e costumes. E a educação tem um papel fundamental na resistência a esses ataques.

Por esse motivo, o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), ao preparar o seu tradicional livro-agenda de 2019, escolheu abordar um tema inédito: “Educação: uma luta de todos nós”.

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“Uma luta de todos nós”: apresentação da agenda, por Claudia Santiago Giannotti

[Por Claudia Santiago/ NPC] “Em todo dia letivo, quase 40 milhões de estudantes vão às escolas públicas de educação básica em todo o país e mais de 1 milhão de jovens estudam nas universidades administradas pelos governos. Além disso, quando chegam às suas escolas e faculdades, alunas e alunos são recebidos por, aproximadamente, 5 milhões de educadoras e educadores. Se a política educacional for bem-sucedida, ela tem a capacidade de impulsionar mudanças profundas nas estruturas sociais, políticas e econômicas do país. Por isso, a educação foi escolhida como principal alvo a ser atacado, a partir de 2016.” A afirmação é de Daniel Cara, que, em 2006, assumiu a coordenação geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação e, de 2010 a 2017, foi membro titular no Fórum Nacional de Educação (FNE). Esse já seria motivo mais do que suficiente para escolhermos a luta pela educação pública, gratuita, laica e de qualidade para todos como tema do Livro-Agenda 2019, do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC). | Continuar lendo.

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Leon Diniz: ‘Pré-vestibular comunitário é o trabalho de base que temos que fazer’

Essa experiência no pré-vestibular comunitário foi fundamental pra mim, porque eu, de certa forma, me desencantei com o modelo da escola formal pública e particular. O pré-vestibular comunitário foi, então, o meu grande encontro com a educação. Nós, professores, discutimos o que vamos fazer, os alunos estão ali porque querem, preparamos aulas conjuntas sobre temas como ditadura, mulheres… São aulões de três, quatro horas, com vídeos, textos, fotos, vários professores planejando e atuando juntos. Então, o pré concretiza a possibilidade de uma educação diferente. E proporciona debates internos interessantes, porque há os professores que querem dar aulas preparatórias para o vestibular, e ponto. Já outros estão mais interessados com a questão da cidadania, da formação crítica. Eu sempre fiz os dois. Eu quero que o aluno entre na faculdade, mas também quero que ele reflita sobre a vida, sobre o coletivo, sobre a sociedade e sobre o seu papel nisso tudo. | Continue lendo.

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Professores do Amazonas se mobilizam por melhores condições de trabalho

Professores do estado do Amazonas estão em greve desde o dia 22 de março de 2018 em defesa de melhores condições de trabalho. A reivindicação é de 30% da reposição salarial e mais 5% de aumento real, além do pagamento de vale alimentação e o repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O movimento continua, mesmo após uma desembargadora determinar a suspensão da greve.

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Profissionais da educação do Paraná fazem greve

Em 29 de abril de 2015, profissionais da educação do Paraná estavam em greve,
com a paralisação de 45% das escolas do Estado. Nesse dia, professores de
diversas cidades foram até a capital para um grande protesto em frente à Assembleia Legislativa. O ato é violentamente reprimido pela polícia, com mais de 200 manifestantes feridos. Eles são contrários às medidas de ajuste fiscal e à mudança na previdência dos servidores. Mesmo com a imensa mobilização contrária, o projeto é aprovado.

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