Autor: Luisa Vieira

Quem controla a comunicação no Brasil?

[Por Gustavo Gindre/Facebook] Há alguns anos eu insisto em afirmar que não faz mais sentido falar nas tantas famílias que controlam a comunicação no Brasil. É a Globo e pronto. O resto vem lá atrás.

Pois a Copa do Mundo é um excelente momento para verificar essa diferença.

A Globo é a única empresa brasileira a transmitir a Copa do Mundo, tanto na TV aberta quanto na TV paga. Sofre concorrência apenas da norte-americana Fox Sports.

A empresa dos Marinho montou um gigantesco estúdio no endereço mais nobre de Moscou (a Praça Vermelha) e levou 197 profissionais para a Rússia (TV Globo, SporTV e globoesporte.com, não incluindo o jornal O Globo).

Já o SBT mandou duas equipes de três pessoas (repórter, cinegrafista e produtor).

A Record e a Bandeirantes enviaram uma equipe de três pessoas cada uma.

E a TV Aparecida mandou um repórter e um cinegrafista.

Até onde fui capaz de pesquisar, as demais empresas brasileiras de TV paga e TV aberta não enviaram equipes para a cobertura da Copa do Mundo.

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“Vidas nas Favelas importam”: ato na Cinelândia

Na quinta-feira, dia 28, centenas de pessoas se reuniram na Cinelândia para protestar contra a violência policial no ato “Vidas nas Favelas importam”. As favelas e periferias brasileiras sempre sofreram com a violência do Estado em suas várias formas. Em fevereiro deste ano, foi decretada uma intervenção federal militar no Rio de Janeiro e sabemos que é nesses espaços que essa política mostra sua face mais cruel. Na quarta-feira, dia 20, na Maré, o menino Marcus Vinicius, de 14 anos, foi morto pela polícia quando ia para a escola. Esse é mais um entre os muitos casos de violência contra a população favelada. Confiram algumas imagens!

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Argentina: greve geral contra a política econômica de Macri

[Reprodução/Telám] A segunda-feira, 25 de junho, foi marcada por mais uma greve geral contra o governo de Mauricio Macri na Argentina. A Confederação Geral do Trabalho (CGT) e outras centrais iniciaram logo cedo uma paralisação de 24 horas. Essa é a terceira paralisação generalizada que acontece desde que ele assumiu o cargo, dois anos e meio atrás.

A paralisação aconteceu cinco dias após o primeiro desembolso do empréstimo que o Fundo Monetário Internacional (FMI) está dando ao governo argentino. Em contrapartida, o governo se comprometeu a reduzir os gastos públicos e a inflação, que este ano deve chegar a quase 30%.

Os sindicatos protestam contra o empréstimo, o aumento de tarifas e pedem o fim das demissões da administração pública. Além disso, pedem a reabertura da negociação dos reajustes salariais deste ano, que foram calculados no início do ano com base numa projeção de 15% de inflação. Hoje a projeção do Banco Central é de 27%.

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26 de junho de 2018: 50 anos da ‘Passeata dos Cem Mil’ 

[Por Comunicação MPA/ Foto de Evandro Teixeira] Há 50 anos, em 26 junho de 1968, o povo brasileiro tomava as ruas na manifestação que ficou conhecida como a Passeata dos 100 Mil, em oposição à Ditadura Militar. O Brasil mergulhara nas sombras, mas a esperança sobrevivia nas pessoas que saíram às ruas de braços dados e entoando canções de liberdade, igualdade e esperança. “Foi um dia glorioso para nós, brasileiros”, revela o fotógrafo, Evandro Teixeira, responsável pelo registro que entrou para a história do país.

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