Autor: Luisa Vieira

MPT notifica Globo por falta de negros em novela e recomenda mudanças

[Por Isabela Vieira/ Agência Brasil] O Ministério Público do Trabalho recomendou à TV Globo 14 medidas para promover a participação de pessoas negras em produções audiovisuais e no jornalismo. A medida foi motivada pela ausência de personagens pretos e pardos na novela Segundo Sol, ambientada em Salvador, na Bahia. O estado tem uma das maiores populações negras no país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até uma campanha foi lançada com cartazes de artistas negros que já passaram pela emissora, mas ignorados pela produção. | Continue lendo!

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A falência da TV Cultura: o ruim não tem fim

[Por Carlos D Medeiros – via Facebook] Se a TV Brasil tinha lá seus problemas, nem se compara a atual TV Cultura, a versão sucateada da finada TV Brasil. Acabo de ver o telejornal Jornal da Cultura. Uma apresentadora negra, de forma constrangida, anuncia as notícias superficialmente redigidas (acho que só deram um google), que depois são comentadas por nada mais nada menos que a dupla ‘carecoide’, Marcelo Tas e Luis Pondé. O ex-CQC desempregado e o filósofo dos patinhos comentam a greve dos caminhoneiros, ciência, política internacional e o escambau com muito lugar comum e muita informação rasa e opiniões desonestas. Sobre a greve dos caminhoneiros:

PONDÉ: – Isso só mostra que tem q privatizar a Petrobrás. /

TAS: – Muito bem observado pelo Pondé…

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Documentário ‘Nossos Mortos têm Voz’ estreia na Baixada Fluminense

No dia 24 de maio aconteceu a estreia oficial, na Baixada Fluminense, do documentário “Nossos Mortos Têm Voz”. O evento foi no Teatro SESC, em Nova Iguaçu.

Após a exibição houve um debate com a presença dos diretores do filme, representantes do Fórum Grita Baixada, do Centro de Direitos Humanos de Nova Iguaçu e da Rede de Mães e Familiares de Vítimas da Violência de Estado na Baixada Fluminense, protagonistas do filme.

O foco principal da produção é o depoimento de mães e familiares de vítimas da violência de Estado na Baixada Fluminense. O objetivo é resgatar a memória dessas vidas interrompidas, apresentando uma visão crítica sobre a atuação das polícias na Baixada Fluminense, sobretudo no que diz respeito à violência contra jovens negros. | Leia um texto de Claudia Santiago sobre o filme.

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