Autor: Luisa Vieira

Agenda 2018 – “Lutas por direitos no Brasil e no mundo” 

Informamos com muita alegria que a agenda NPC 2018, “Lutas por direitos no Brasil e no mundo” está quase esgotada. Restam apenas 10 exemplares! Nossos mais sinceros agradecimentos a todos os contribuíram com o trabalho todos os que, confiando no NPC, compraram nossas agendas. Elas são decisivas para a nossa autossustentação. Ainda temos 200 agendas “Mulheres de Luta”.

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NPC inaugura Biblioteca Popular com lançamento de livro sobre o Haiti

No dia 31 de janeiro, a partir das 18 horas, terão início as atividades de 2018 do Espaço Gramsci, com a inauguração da Biblioteca Popular Carolina de Jesus, que funcionará dentro do Espaço. Todos poderão ler os livros no local, que fica aberto diariamente de 13h às 18h. Levar para casa, só os alunos do NPC. Além da inauguração da nossa Biblioteca, receberemos o jornalista e historiador Marco Morel para um papo sobre o seu novo livro “A Revolução do Haiti e o Brasil Escravista: O Que Não Deve Ser Dito”. Não perca! O Espaço Gramsci fica na Rua Alcindo Guanabara, 17, Cinelândia. Ao lado da Câmara dos Vereadores.

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Julgamento de Lula: parece louco, mas é tão lúcido como Hiroshima

[Reginaldo C. Moraes] O que observo, antes de mais nada, é que estamos diante de qualquer coisa menos um ato de direito. O que está em curso é um julgamento estritamente político. Trata-se de produzir uma condenação a la carte. Conforme a vontade do freguês que a encomendou.

A expressão pode parecer dura, mas sua pertinência é evidenciada até mesmo pela impossibilidade de prever o resultado desse jogo. É tão incerto que mesmo os donos da bola sentem a necessidade de multiplicar pressões e manifestações extra-judiciais, midiáticas, para entusiasmar os jogadores, os três desembargadores votantes. Parece que se vê com temor qualquer resultado menor do que um puro e duro 3 x 0.

No mérito da questão – que abordo em mais detalhe no texto já indicado – o que mais me chama atenção é esta inacreditável declaração do juiz: “o réu é culpado porque não há outra narração possível para explicar os fatos”. | Leia o artigo completo.

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Facebook e seu novo algoritmo: a distopia total

Ao se construir uma distopia, é bem difícil deixá-la aos moldes tanto de Orwell quanto de Huxley ao mesmo tempo. Mas, com as mudanças recentemente anunciadas no feed de notícias do Facebook, Mark Zuckerberg parece ter realizado esta façanha. Os mundos assustadores de George Orwell (1984) e Aldous Huxley (Admirável mundo novo) são, de muitas maneiras, opostos simétricos. Um trata de um Estado de vigilância que controla o que as pessoas conhecem da história ao literalmente reescrever os jornais. O outro, trata do controle de seus cidadãos ao fazê-los usar uma droga dissociativa chamada soma. Em seu esforço de “melhorar” o Facebook, Zuckerberg agora tenta ambas as táticas. Ele está reduzindo o acesso dos usuários às notícias reais — no século XX, chamávamos isso de censura — ao passo que aumenta a probabilidade de você visualizar apenas as notícias terrivelmente falsas postadas por aquele seu tio maluco. Porque, oras, conteúdo postado pela família lhe faz feliz, e apenas queremos que você seja feliz, certo? | Continue lendo.

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