Autor: Luisa Vieira

Segundo New York Times, ‘Democracia é empurrada para o abismo no Brasil’

Nesta terça-feira (23), foi publicado, no “New York Times”, em sua versão online, um artigo que apresenta uma leitura do atual cenário brasileiro. O texto foi assinado pelo economista estadunidense Mark Weisbrot, co-diretor do Centro para Pesquisas Econômicas e de Políticas Públicas (Center for Economic and Policy Research – CEPR), em Washington. “Nos últimos dois anos, o que poderia ter sido um avanço histórico – o Partido dos Trabalhadores garantir autonomia para o Judiciário investigar e processar casos de corrupção – virou o oposto. Como resultado, a democracia do Brasil está em seu momento mais frágil desde o fim da ditadura militar”, escreveu.

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Reunião na sede do Sintsef Ceará, com mais de 200 delegados, debate Reforma da Previdência

[Por Assessoria do Sintsef-CE] No sábado, 13 de janeiro, aconteceu, na sede do SINTSEF/CE, a primeira reunião de delegados sindicais de base de 2018. Estiveram presentes mais de 200 pessoas, vindos de todas as regiões do Ceará.

A atividade começou com uma explicação sobre os impactos da reforma da Previdência, feita por Roberto Luque, um dos coordenadores gerais do Sindicato. Foram detalhadas até as alterações que Michel Temer precisou fazer para tentar aprová-la no Congresso Nacional, próximo dia 19 de fevereiro. As muitas perguntas feitas na ocasião mostraram como é necessário ter acesso à informação para seguir resistindo às investidas do governo Temer contra os trabalhadores.

O SINTSEF distribuiu um material explicativo sobre a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287/16 que irá dificultar o acesso ao direito de aposentadoria de milhões de brasileiros. Também lançou a edição 289 do Jornal do SINTSEF. A publicação traz em suas páginas centrais: “Dez mentiras sobre a reforma da previdência”; “Quem são as empresas devedoras do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)”; “Quem são os verdadeiras privilegiados por se aposentarem cedo e que agora criminalizam os servidores públicos”.

Para acessar o jornal da entidade, focado nos impactos da Reforma da Previdência, basta clicar aqui.

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Amanhã: um jornal de estudantes para o movimento operário

[Por Lucas Estanislau/ Opera Mundi] Em 1967, o golpe civil-militar completava três anos e ainda não havia mostrado sua pior face – o que aconteceria em dezembro de 1968, com a instauração do AI-5. Os destinos do Brasil ainda eram incertos e a sociedade se movimentava na resistência ao regime dos militares. Neste ano, chegava às bancas um novo semanário com um nome que fazia referência ao futuro, ao que está por vir, ao Amanhã. No dia 13 de março, foi impressa a edição número zero do semanário estudantil, que falaria com os trabalhadores e duraria apenas sete números. | Leia mais sobre o jornal na página do Opera Mundi.

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Verdades e mitos sobre o filme “O jovem Karl Marx”, de Raoul Peck

Este ano, completam-se 200 anos de nascimento de Karl Marx. Em homenagem à data, a Boitempo – prepara uma série de lançamentos. Entre eles está a biografia intelectual e política de Karl Marx escrita pelo pesquisador da Marx-Engels-Gesamtausgabe II, Michael Heinrich. Intitulada Karl Marx e o nascimento da sociedade moderna, a obra será dividida em ao menos três volumes, dos quais o primeiro terá sua publicação mundial este ano. A pedido da editora, ele escreveu sobre o filme O jovem Karl Marx, digirido por Raoul Peck, e que está atualmente em cartaz em ao menos dez cidades no Brasil: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Niterói, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Paulo e Vitória. A tradução é de Artur Renzo. | Confira!

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Filme brasileiro mostra vida de operária demitida aos 65 anos de idade

Está em cartaz o filme “Pela janela”, primeiro longa da cineasta Caroline Leone. Ele conta a história de Rosália, uma operária de 65 anos que dedicou a vida ao trabalho em um fábrica de reatores da periferia de São Paulo. Ela é demitida e fica deprimida. Acaba sendo consolada pelo irmão José, que resolve levá-la a Buenos Aires em uma viagem de carro. Na viagem, Rosália vê pela primeira vez um mundo desconhecido e distante de sua vida cotidiana. Inicia, então, uma jornada de libertação e transformação interior.

Além de ser um belíssimo filme que dialoga com diversos públicos, a obra tem como segundo plano questões urgentes a serem discutidas, como as reformas trabalhistas e da Previdência Social.

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