Do manual do ativista escaldado – Parte 4
[Por Reginaldo Moraes] Gutenberg inventou a imprensa em 1450… Ou melhor, a prensa. Em seu primeiro ano de produção entregou uns 200 exemplares da Bíblia. Antes dele, um monge levava um ano para entregar um exemplar – copiado à mão. Em 1500 já havia milhões e milhões de livros circulando pela Europa, graças à engenhoca do “Guto”. Assombroso, não é? Mas era só o começo.
Uns trezentos anos depois, veio o telégrafo. A palavra viajava mais rápido, gerava a imprensa de negócios, a especulação em tempo quase real. No começo do século XX, o rádio, mensagem transmitida, aí, sim, em tempo real, a léguas do emissor. E para a mensagem do rádio nem era preciso saber ler. Ouvir o noticiário do rádio – emitido em algum lugar distante – podia substituir o jornal impresso local. Apenas vinte anos depois do rádio surgiu a TV. São Mateus adaptado: olhos de ver, ouvidos de ouvir. Na terra da TV, entre os primeiros que entenderam o potencial da coisa estavam… os pastores. Jeová surfava nas ondas de rádio e na telinha. | Continue lendo.
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