Autor: Luisa Vieira

Entidades e parlamentares entram com representação contra privatização de satélite brasileiro

[Por Redação NPC – 25.04.2017] No dia 19 de abril, entidades da sociedade civil e parlamentares entregaram uma representação ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Tribunal de Contas da União (TCU) contra a privatização do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). De acordo com o edital lançado em março pelo Governo Federal, a privatização do satélite poderá ser realizada sem exigências prévias de universalização da banda larga, ou fixação de preço mínimo para venda.

A aquisição de um satélite próprio para as comunicações civis e militares brasileiras foi uma decisão tomada durante o governo Lula, encampada pelos militares e executada no governo Dilma Rousseff “para garantir a soberania nacional”. O equipamento adquirido pela Telebrás seria usado para comunicações estratégicas do governo e para ampliação da oferta de banda larga no país.

Esse é o único satélite de alta capacidade em banda Ka com cobertura totalmente nacional. A vida útil do equipamento é de 18 anos. O satélite terá dois centros de controle (em Brasília e no Rio de Janeiro), além de contar com cinco estações terrestres com equipamentos que fazem o tráfego de dados do satélite instalados em Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis, Campo Grande e Salvador. As operações devem começar no segundo semestre de 2017. O SGDC já está no Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, de onde será lançado. | Continue lendo.

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25 de abril de 1974 – PORTUGAL

Irrompe a Revolução dos Cravos, um movimento de capitães contra a ditadura portuguesa. CELESTE CAEIRO foi a mulher que ofereceu a flor a um dos rebelados, colocando-a em uma espingarda, o que deu nome ao movimento. Outras pessoas seguiram seu exemplo, e os cravos de esperança se espalharam por Lisboa. [Fonte: Agenda NPC 2017]

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Abril Vermelho  

Junto com o MST, pequenos agricultores do Açu, 5º distrito de São João da Barra, Norte do Estado do RJ, recuperam terras tomadas pela empresa LLX, do empresário Eike Batista |Foto: Pablo Vergara /19.04.2017.

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Salve Ela! Carolina Maria de Jesus em cena!

[Por Redação NPC – 19.04.2017] Entrou em cartaz, no Teatro Dulcina, no centro do Rio de Janeiro, a peça “Salve ela! Carolina Maria de Jesus em cena”. Nascida em Sacramento-MG, Carolina mudou-se para São Paulo, onde viveu na favela do Canindé. Para ter o que comer e alimentar os três filhos, catava papel e, em cadernos achados no lixo, relatava a fome e miséria na favela, até ser descoberta pelo Repórter Audálio Dantas. A partir daí, ela tem sua obra publicada em mais de treze idiomas.

Inspirado no livro “Quarto de despejo” e em relatos de sua vida, “Salve ela! Carolina Maria de Jesus em cena” é uma homenagem à essa mulher que não teve voz para falar, mas, com suas mãos, teve forças para escrever sobre suas inquietações. | Saiba mais!

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Grândola Vila Morena, por Zeca Afonso

Grândola, vila morena; Terra da fraternidade; O povo é quem mais ordena; Dentro de ti, ó cidade […] Em cada esquina, um amigo; Em cada rosto, igualdade; Grândola, vila morena, Terra da fraternidade […] À sombra duma azinheira, Que já não sabia a idade; Jurei ter por companheira, Grândola, a tua vontade. [“Grândola Vila Morena”, tema que José Afonso escreveu a 17 de Maio de 1964, praticamente dez anos antes da revolução, quando conduzia um automóvel com que regressava a Lisboa, acompanhado pelos guitarristas Fernando Alvim e Carlos Paredes, de uma apresentação na inspiradora vila alentejana. O tema seria depois gravado em França, em 1971, como parte do álbum Cantigas do Maio, que contou com produção de José Mário Branco.]

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