Autor: Luisa Vieira

‘Cadernos do Terceiro Mundo’ em breve poderão ser conferidos online  

Está começando a ser disponibilizada a versão digital da revista “Cadernos do Terceiro Mundo”. A publicação foi fundada em 1974 por Beatriz Bissio, Neiva Moreira e Pablo Piacentini em Buenos Aires. O objetivo era cobrir notícias relacionadas aos países da África, América Latina, Ásia e Oriente Médio, na época conhecidos como “Terceiro Mundo”. A revista circulou até 2006. Entre as personalidades históricas entrevistadas estão Nelson Mandela, Fidel Castro, Mercedes Sosa, Agostinho Neto, Samora e Graça Machel, Rigoberta Menchú, Eduardo Galeano e Mário Benedetti. Uma das matérias já disponíveis para leitura, é a “Explosão de alegria”, referente à independência de Angola. Em breve as outras poderão ser conferidas também. | Confira!

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A revolução francesa e a imprensa. O que mudou?

[Por Claudia Santiago Giannotti] A Queda da Bastilha, em 14 de julho, é o símbolo do fim do antigo regime na França de 1889, e da própria Revolução Francesa. Ela é também o símbolo de um período de grande proliferação de jornais. Nesse momento os gráficos deixam de ter a exclusividade na produção da imprensa Na França de antes da Revolução havia um único jornal diário, enquanto na França revolucionária multiplicaram-se os jornais através dos quais “se manifestou a luta revolucionária pela legitimidade política ou pela conquista da opinião pública”. Os mais bem sucedidos tinham tiragens entre dez e 12 mil exemplares diários. [Graco Babeuf – Molon – 2002]

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Macri esculhamba Lei de Meios e fortalece monopólio na Argentina  

[Por Altamiro Borges – Barão de Itararé] Segundo matéria de Sylvia Colombo, publicada na Folha nesta quarta-feira (12), o Grupo Clarín, o principal império midiático da Argentina, está sendo bem recompensado pelo “jornalismo de guerra” praticado contra Cristina Kirchner. “Além de receber de volta a lucrativa transmissão dos jogos de futebol que Cristina havia estatizado e levado à televisão pública, o Clarín ficou também livre para buscar novos parceiros, fazer aquisições e fusões. Foi o que ocorreu na semana passada, quando o grupo anunciou a fusão da Cablevisión, sua operadora de TV a cabo, com a empresa de telefonia Telecom, transformando a nova companhia na primeira da Argentina a oferecer telefonias fixa, móvel, TV a cabo e internet”. | Leia o artigo completo.

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Ford de Taubaté tenta driblar pagamento de horas extras

[Por Helena Borges / theintercept.com] Cerca de 1500 funcionários da fábrica da Ford em Taubaté (SP) tiveram uma pequena prova do que estará por vir caso a Reforma Trabalhista seja aprovada. A empresa está tentando recuperar um antigo acordo de trabalho que permitirá que ela drible o pagamento de horas extras trabalhadas aos sábados. O caso evoca um dois pontos polêmicos da reforma: o chamado “negociado sobre o legislado” e a limitação do poder da Justiça Trabalhista.

Segundo o texto, acordos firmados entre patrão e trabalhador serão superiores à lei, e o Judiciário deverá interferir o mínimo possível nestes contratos. Na teoria, seria um dos pontos da “modernização” que prometem “flexibilizar” os modelos de trabalho. Na vida prática — onde já se contam 13,7 milhões de desempregados —, a conclusão lógica é a de que terá vaga quem estiver disposto a aceitar empregos que só tiram benefícios dos trabalhadores.
A reforma mexe profundamente com o artigo 611 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que trata da convenção coletiva de trabalho. Vários subitens descrevem as situações nas quais “a convenção coletiva e o acordo coletivo de trabalho têm prevalência sobre a lei”. | Leia a matéria completa.

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