Autor: Luisa Vieira

Imprensa sindical será exposta no Festival da Comunicação Sindical e Popular

[Por Olyntho Contente/ Sindicato dos Bancários do Rio] “Não há tema mais central em um momento de domínio das redes sociais pela direita, aliança de empresários com a extrema direita para retirar direitos dos trabalhadores e boa parte da população se voltando contra os ideais humanistas”. A afirmação foi feita pela coordenadora do Núcleo Piratininga de Comunicação, a jornalista Claudia Santiago, numa referência ao 5º Festival da Comunicação Sindical e Popular, que será realizado no dia 24 de julho, na praça da Cinelândia, organizado pelo NPC. Entre as barracas confirmadas estão a da Fundação Rosa Luxemburgo, as dos sindicatos dos professores das escolas privadas (Sinpro), trabalhadores das telecomunicações (Sinttel), servidores do judiciário federal (Sisejufe), profissionais de educação do estado (Sepe), técnico-administrativos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Sintufrj), trabalhadores do ramo financeiro (Federa), trabalhadores da indústria de frios (Sintrafrio), trabalhadores no comércio de minérios e derivados de petróleo (Sitramico), engenheiros (Senge), Sindicato dos Bancários do Rio. Do coletivo Brasil de Comunicação Social (Intervozes) e da organização BEM TV. Entre os movimentos populares estarão o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento Unidos dos Camelôs (Muca), Movimento das Comunidades Populares (MCP), Central dos Movimentos Populares (CMP) e barracas da comunicação alternativa e da Comunicação Popular.

“E atenção: quem quiser enviar seus materiais para serem expostos na barraca do NPC, só falar com a gente!”, avisa Claudia.

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Projeto da Universidade Federal de Sergipe (UFS) lança relatório sobre economia política das plataformas digitais e regulação no Brasil

O projeto “A governança econômica das redes digitais: para uma análise dos mercados e da concorrência da internet e seus impactos sobre os direitos dos usuários”, da Universidade Federal de Sergipe (UFS), lançou, no mês de maio, o relatório “A governança econômica das plataformas digitais no Brasil”. No estudo, de autoria dos pesquisadores Helena Martins e João Paulo Guimarães, são examinados a formação histórica das trajetórias tecnológicas nacionais, a estrutura concorrencial de quinze mercados, tanto de infraestrutura quanto de aplicações e conteúdos, e os desafios regulatórios associados à crescente concentração econômica das plataformas digitais. O relatório parte da análise sobre o desenvolvimento tecnológico e das comunicações no Brasil, identificando a ausência de uma estrutura nacional autônoma de ciência, tecnologia e inovação, bem como uma histórica concentração nas comunicações. | Saiba mais. | Saiba mais.

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TV Tagarela: a TV Comunitária da Rocinha

A TV Tagarela foi pioneira na comunicação comunitária, dando voz à favela muito antes das redes sociais existirem. Uma história de resistência, criatividade e orgulho de quem faz a sua própria narrativa. A TV Tagarela não foi criada por uma grande empresa, mas sim pela própria juventude da Rocinha. Anos mais tarde, em 2008, com o amadurecimento e a produção de dezenas de documentários (muitos em parceria com o Canal Saúde da Fiocruz), o coletivo se formalizou oficialmente como a Associação de Mídia Comunitária da Rocinha – TV Tagarela. Saiba mais sobre essa história e confira depoimentos de integrantes no Instagram da Garotas da Maré. | Confira!

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Estreia do filme Complexo do Alemão: Vozes que Ecoam

No dia 27 de junho, às 9h, o Cinecarioca Nova Brasília recebeu a estreia do documentário “Complexo do Alemão: Vozes que Ecoam”. O filme resgata a história das lutas comunitárias dos anos 1980, destacando o protagonismo de moradores que transformaram a realidade do território por meio da organização popular. A narrativa é conduzida pelas histórias de Dona Odete Alves, liderança comunitária e presidente da associação de moradores na época, e Mariza Nascimento, voz ativa na luta por direitos e melhores condições de vida no Complexo do Alemão. A programação também contou com apresentações poéticas do Slam Laje. | Saiba mais sobre como foi o evento, em cobertura do jornal “Voz das Comunidades”.

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Denúncia internacional busca reparação para atingidos por ‘chuva de prata’ de siderúrgica no Rio

[Por Brasil de Fato RJ] Uma campanha está mobilizando atingidos pela poluição da Ternium Brasil, antiga TKCSA, em uma ação coletiva internacional contra a maior siderúrgica da América Latina, localizada no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na Justiça brasileira, moradores travam há mais de dez anos uma luta contra os danos causados na região. Há registro de mais de 200 ações individuais em tramitação. […] O impacto mais visível da mineração é a chamada “chuva de prata”, quando há emissão de partículas na atmosfera. A poeira invade as casas e comércios de Santa Cruz e bairros adjacentes, causando transtornos e, o mais grave, o adoecimento da população. De acordo com o relatório “Impactos na qualidade do ar da usina siderúrgica Ternium Brasil Santa Cruz”, do Centro de Pesquisa em Energia e Ar Limpo (Crea), a exposição aos poluentes da mineração gera “impacto devastador” na saúde. O documento estima que a exposição à poluição tenha causado até 1.750 mortes em Santa Cruz devido a doenças como acidente vascular cerebral (AVC), infecções respiratórias, doença pulmonar obstrutiva crônica, câncer de pulmão e diabetes. | Continue lendo.

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