Autor: Luisa Vieira

A internet está sob ameaça no Brasil

[Com informações do FNDC] Entidades que defendem a democratização do acesso à internet e a proteção dos direitos dos usuários denunciaram as ameaças ao setor no Brasil, no 11º Fórum de Governança da Internet (IGF), realizado pela ONU, em de dezembro, no México. Participaram representantes de 83 países.

A ação resultou na produção do “Manifesto de Guadalajara pelos Direitos e Governança da Internet no Brasil”. O documento, assinado por mais de 40 entidades internacionais, critica propostas do governo brasileiro que alteram o Marco Civil da Internet (MCI) e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

Para Bia Barbosa, secretária-geral do FNDC e integrante do Intervozes, “a limitação do acesso à internet e os projetos de lei para promover vigilância em massa violam a privacidade dos usuários e a liberdade de expressão”. A jornalista acredita que modificações no Marco Civil da Internet e no Comitê Gestor da Internet preocupam a comunidade internacional porque o Brasil se tornou referência internacional na agenda de governança da internet.

Bia afirma que as ameaças não estão acontecendo só no Brasil. “Propostas que restringem a liberdade de expressão e a construção de mecanismos que violam a liberdade nas redes são desafios que outros países enfrentam também.”

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Mostra Cine Delas exibe filmes dirigidos por mulheres aos sábados

De janeiro a abril deste ano, aos sábados, o Canal Brasil exibe, às 22h, um filme dirigido por uma diretora brasileira. Foram escolhidas mulheres com diversas naturalidades e sotaques, compondo um mosaico que dá uma ideia de nossa diversidade regional e cultural. Antes da exibição de cada obra, a cineasta Anna Muylaert (Que horas ela volta?) entrevista a diretora responsável por cada filme. Os longas exibidos são: “À queima roupa”, de Theresa Jessouroun; “Muitos Homens num Só”, de Mini Kerti; “Ralé”, de Helena Ignez; “Sem Controle”, de Cris D’Amato; “Avassaladoras”, de Mara Mourão; “De Gravata e Unha Vermelha”, de Miriam Chnaiderman; “Amores Urbanos”, de Vera Egito; “Califórnia”, de Marina Person; “Elena”, de Petra Costa; “Sinfonia da Necrópole”, de Juliana Rojas; “Rânia”, de Roberta Marques; e “Trago Comigo”, de Tata Amaral. Mais informações sobre a programação e as reprises no site.

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2017 – 100 anos da greve geral no Brasil, por Sinpro-ABC

[Por Sinpro ABC] A Greve Geral de 1917 ficou conhecida em todo o país pela paralisação da indústria e do comércio que aconteceu em julho daquele ano. O movimento surgiu como resultado de diversas organizações operárias. Esta mobilização foi uma das mais abrangentes e longas da história do Brasil, durou mais de um mês.

O movimento operário mostrou como suas organizações (Sindicatos e Federações) podiam lutar e defender os direitos da classe trabalhadora com forte impacto na economia e na sociedade. A industrialização fez surgir no Brasil um novo perfil social: O operário fabril. O movimento teve início ainda no final do século XIX. | Continue lendo.

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