Autor: Luisa Vieira

2017 – 100 anos da greve geral no Brasil, por Sinpro-ABC

[Por Sinpro ABC] A Greve Geral de 1917 ficou conhecida em todo o país pela paralisação da indústria e do comércio que aconteceu em julho daquele ano. O movimento surgiu como resultado de diversas organizações operárias. Esta mobilização foi uma das mais abrangentes e longas da história do Brasil, durou mais de um mês.

O movimento operário mostrou como suas organizações (Sindicatos e Federações) podiam lutar e defender os direitos da classe trabalhadora com forte impacto na economia e na sociedade. A industrialização fez surgir no Brasil um novo perfil social: O operário fabril. O movimento teve início ainda no final do século XIX. | Continue lendo.

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Animação conta a história da criação do universo pela voz de orixás

[Brasil de Fato – Redação] Buscando uma nova forma de militância para o combate aos estereótipos em relação às religiões de matriz africana, nasceu a animação Orun Aiyê: a criação do mundo. Durante os 12 minutos de duração, o filme das diretoras Jamile Coelho e Cintia Maria, conta de forma didática como os orixás do candomblé interagiram para criar a Terra. Em iorubá, idioma de uma das etnias do continente africano, Órum significa o mundo espiritual e Aiyê, o mundo físico. | Saiba mais!

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Livro “Lima Barreto: a crônica militante”

O escritor negro Lima Barreto é o homenageado da Festa Literária de Paraty (Flip) de 2017. Conhecido por romances como “O triste fim de Policarpo Quaresma”, em seus textos ele abordou de forma crítica a sociedade brasileira e, em especial, o Rio de Janeiro. Pela importância do autor no cenário literário nacional, a Expressão Popular lançou, em 2016, o livro “Lima Barreto: a crônica militante”, uma seleção de textos não-ficcionais publicados pelo autor nas coletâneas “Bagatelas” e “Feiras e mafuás”. São comentários do escritor tecidos a partir de fatos e acontecimentos do início do século 20 e que muito têm a ver com a nossa realidade atual. Em “Carta aberta”, por exemplo, destinada ao presidente Rodrigues Alves e assinada em 2/12/1918, escreve: “Não são mais os militares que aspiram à ditadura ou a exercem. São os argentários (donos do dinheiro) de todos os matizes, banqueiros, especuladores da bolsa, fabricantes de tecidos etc, que, pouco a pouco, vão exercendo, coagindo, por esta ou aquela forma, os poderes públicos, a satisfazer todos os seus interesses sem consultar os da população e os dos seus operários e empregados”. Essa e outras crônicas podem ser lidas nessa interessante coletânea.

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