Autor: Luisa Vieira

Livro As batalhas de O Globo: ditadura militar, Lula X Collor, privatizações e a vitória do PT em 2002

João Braga Arêas foi palestrante no 22º Curso Anual do NPC. Ele esteve na mesa “As batalhas da mídia: de 1964 a 2016”. Nós o convidamos por ter pesquisado a atuação das organizações Globo e, em especial, do jornal O Globo, nos últimos anos. Neste livro, o autor analisa detalhadamente a trajetória dessa empresa, mostrando como o jornal O Globo atua como propagandista das grandes empresas no Brasil, defendendo governos antipopulares (como Collor de Melo) e as privatizações. Somado a isso, a empresa desqualifica e criminaliza as organizações populares que conservam algum grau de autonomia. Nada mais atual, já que, como sabemos, a Rede Globo não apenas apoiou a ditadura em 1964, mas também foi fundamental para o golpe de 2016. Compre aqui.

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Atacar, atacar, atacar!

[Por Rosângela Ribeiro Gil – NPC] Já passavam das 19 horas, numa jornada de trabalhos iniciada às 9h30, mas mesmo assim o público manteve-se firme e forte para a última mesa – “A imprensa alternativa no Brasil” – de debate do 22º Curso Anual do NPC, no dia 18 de novembro, e não se arrependeu, com certeza. Muitos saíram empolgados com o tom forte e bem alto de Elaine Tavares, que se descreve como jornalista e “humana, demasiado humana”. Ela também está envolvida com o Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Na sequência falou a presidente cassada do Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), num dos primeiros atos do governo Temer, a jornalista Rita Freire. | Continue lendo.

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É a política, não a matemática: em vez de dialogar com os estudantes, o MEC preferiu adiar o Enem

[Por Flávia Oliveira/ O Globo] Matematicamente, a conta é tão simples que está na grade curricular do ensino fundamental. É de 2,2% a proporção de estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) um mês depois do previsto, em razão das ocupações nas escolas. São 191.494 num universo de 8,6 milhões de inscritos; dois em cada cem. Difícil crer que o aparelho burocrático do Ministério da Educação não teve tempo ou habilidade para remanejar os locais de prova de dois centésimos dos estudantes. Por trás do adiamento está a decisão política de retaliar a reação dos jovens à medida provisória da reforma do ensino médio e aos efeitos da PEC 241 (renumerada no Senado para PEC 55) no orçamento da educação. | Continue lendo.

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