Autor: Luisa Vieira

IV Seminário Unificado de Imprensa Sindical acontece em Curitiba

De 13 a 15 de outubro, jornalistas e dirigentes sindicais se encontraram em Curitiba para conversar sobre a comunicação. A maioria dos participantes era da região sul do país, mas outros estados também participaram, como Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Na abertura, o professor Nildo Ouriques e representantes de centrais sindicais falaram sobre o Brasil e suas questões atuais. Depois, a comunicação predominou. Gustavo Gindre, como sempre, arrasou falando sobre a necessidade de leis que regulamentem os serviços de comunicação no Brasil. Disse que esta é uma reivindicação liberal que já é praticada com naturalidade em outros países.

No Seminário houve a apresentação de experiências em comunicação, debate sobre comunicação sindical, internet e fotografia. Veja a cobertura completa.

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FNDC: em defesa da democracia nas comunicações e no Brasil

Em 2016, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) completa 25 anos de atuação em defesa do direito à comunicação e na luta por diversidade e pluralidade na mídia brasileira. Para marcar esse momento, foi realizado um Ato Político em Defesa da Democracia nas Comunicações e no Brasil, ontem, dia 18. Participaram parlamentares, dirigentes políticos, representantes de movimentos populares, artistas, intelectuais e ativistas.

Na ocasião, foi lançada a campanha Calar Jamais, iniciativa que tem o objetivo de denunciar uma série de violações à liberdade de expressão que tem se intensificado no país, especialmente ao longo do último período. Da repressão a protestos de rua à censura privada ou judicial a conteúdo nas redes sociais, passando pela violência contra comunicadores, pelo desmonte da comunicação pública e o cerceamento a vozes dissonantes dentro e fora das redações, a campanha contará com uma plataforma virtual para receber e apurar as mais diversas denúncias desse tipo. O resultado será amplamente divulgado e enviado para as autoridades competentes – dentro e fora do Brasil.

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Nova novela da Globo diz que regulação da mídia significa censura

O Intervozes chamou a atenção para um episódio da novela “A Lei do Amor”, que estreou recentemente na Globo. Em uma cena, o jornalista Élio é ameaçado caso publique alguma linha sobre a família de Magnólia. Ele, então, questiona se a “regulação da mídia” havia sido aprovada, insinuando que tal medida representa censura. Como o próprio Intervozes divulgou em suas redes, na verdade, a regulação da mídia garante a liberdade de expressão. O monopólio das comunicações é que representa censura. Assista à cena.

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Por que estamos presos?

José Valdir Misnerovicz e Luiz Batista Borges, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) de Goiás, foram presos há alguns meses com base na lei de organizações criminosas. Na véspera do julgamento do pedido de habeas corpus pelo Supremo Tribunal Federal, Misnerovicz escreve uma carta para toda a militância e para o resto da sociedade na qual pergunta e responde: “Por que estamos presos?”. Confira na íntegra.

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Ação do Estado foi fundamental para que furacão não deixasse nenhum morto em Cuba

[Por Tereza Cruvinel/ Brasil 247] Num momento em que o Brasil volta a cultuar o Estado mínimo, alguma coisa podemos aprender com a passagem do furacão Mathew. O Haiti foi devastado, mais de mil pessoas morreram, sem contar as vítimas fatais e os desabrigados em toda a América Central e nos Estados Unidos. Sabem quantas pessoas morreram em Cuba? Nenhuma. A diferença: a ação do Estado. Isso não saiu na mídia e muito menos nas agências americanas de notícias. | Continue lendo.

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