Autor: Luisa Vieira

Jornalista Renata Souza assina prefácio do livro sobre comunicação popular

Já está na gráfica o livro do NPC sobre a história e experiências da comunicação popular no Rio de Janeiro. Coordenada pela jornalista Claudia Santiago, a pesquisa reúne um rico e vasto material, de interesse a jornalistas, comunicadores populares, professores e todos aqueles interessados no assunto. O prefácio da obra foi assinado pela jornalista Renata Souza, que já foi do NPC, faz Doutorado em Comunicação e Cultura na UFRJ e trabalha no Mandato do deputado Marcelo Freixo. Escreve Renata: “Experiências em Comunicação Popular no Rio de Janeiro ontem e hoje é um livro que dá o ‘papo reto’ sobre a comunicação dos trabalhadores, dos favelados. Um papo reto, sem curva ou reticência, é aquele que forma e informa sem ‘mimimi’, que vai direto ao ponto de interesse: a luta pelo direito à vida e à voz. Em busca disso, essa publicação trafega, a partir da ditadura militar, na resistência cotidiana nos becos e vielas da favela com seus moradores, mas atenta às balas, vozes e vidas perdidas”. O livro será lançado em breve!

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Livraria Antonio Gramsci assina manifesto dos escritores e profissionais do livro pela democracia

Foi publicado, no início da tarde de segunda-feira, 21 de março, o texto final do manifesto que reúne assinaturas de cerca de mil autores e profissionais do livro em defesa da democracia. Diz um trecho do texto, assinado pelas editoras da Livraria Antonio Gramsci. O manifesto conta também com assinaturas de nomes como Chico Buarque, Antonio Candido, Aldir Blanc, Milton Hatoum, Bernardo Carvalho, Laerte, Elisa Lucinda, Ivana Jinkins, entre outros. “Nós, abaixo assinados, que escrevemos, produzimos, publicamos e fazemos circular o livro no Brasil, vimos nos manifestar pela defesa dos valores democráticos e pelo exercício pleno da democracia em nosso país, de acordo com as normas constitucionais vigentes, no momento ameaçadas. Não podemos imaginar a livre circulação de ideias em outra ordem que não seja a da diversidade democrática, gozada de forma crescente nas últimas décadas pela sociedade brasileira, que é cada vez mais leitora e tem cada vez mais acesso à educação”. Leia o texto completo.

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Negras são as principais vítimas do trabalho infantil doméstico no país

94 por cento das crianças e adolescentes que faziam serviços domésticos no Brasil em 2013 eram meninas. De acordo com uma pesquisa divulgada na quarta-feira (16), em Brasília, pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, no ano de 2013, 200 mil crianças do sexo feminino trabalhavam com atividades domésticas, contra 12 mil do sexo masculino. Em relação à cor e raça, o trabalho infantil doméstico é praticamente composto de negros: 73% contra 27% de não-negros. O estudo, feito com base em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), compara dados de 2012 e 2013, e revela que, no ano de 2013, o total de crianças que realizavam atividades domésticas no Brasil era de mais de 6 milhões. | Fonte: Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades| Leia mais.

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Se a Globo não mostra, a TV dos Trabalhadores registra o ato contra o golpe e pela democracia

Quem ligou a TV no domingo, 13 de março, e na sexta-feira seguinte, dia 18, percebeu a diferença. No domingo, a cobertura da Globo era feita ao vivo com transmissões durante todo o dia, não apenas noticiando o fato como também convocando para as ruas. Já na sexta-feira, o tom foi completamente diferente. Os protestos não tiveram a mesma repercussão, apesar de diversas cidades do país inteiro estarem lotadas com artistas, militantes e cidadãos reunidos contra o golpe, em defesa da democracia e contra a atuação política do judiciário. Ciente de que não dá para esperar postura diferente das organizações Globo, que inclusive em 1964 apoiaram o golpe, a TVT, TV dos Trabalhadores, cobriu o ato de sexta. Confira o vídeo.

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