Autor: Luisa Vieira

Cartilha contribui para a produção audiovisual comunitária 

A cartilha Educação Audiovisual e Processos Colaborativos é um projeto que quer contribuir para o fortalecimento de experiências de produção de audiovisual comunitárias ligadas à juventude. A iniciativa é do Departamento de Comunicação social da Universidade Federal de Minas Gerais e do Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha. Foi pensada para estimular e alimentar a formação de uma rede de diálogos entre os jovens da região do Vale do Jequitinhonha. Mas traz dicas e informações úteis para quem quer fazer comunicação e trabalhar com rede de qualquer lugar do país e até do mundo. A cartilha ensina sobre o uso estratégico do vídeo para a mobilização comunitária, a linguagem a ser utilizadas, os elementos da narrativa audiovisual, o processo de produção de um vídeo ou programa de TV, além do planejamento da produção em vídeo e TV. Está disponível online. [Fonte: AIC – Associação Imagem Comunitária]

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Publicidade federal: Globo recebeu R$ 6,2 bilhões dos governos Lula e Dilma

Segundo dados divulgados em junho de 2015, a Rede Globo e as cinco emissoras de sua propriedade teriam recebido R$ 6,2 bilhões em publicidade federal durante os últimos doze anos de governo petista. A segunda maior verba foi destinada à Record: R$ 2 bilhões. De 2003 a 2014, o SBT recebeu R$ 1,6 bi, a Band, R$ 1 bi e a Rede TV! ficou com R$ 408 milhões. | Leia a matéria completa publicada na Carta Capital no ano passado.

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Aplicativo para denunciar violações de direitos humanos é lançado pelo Fórum de Juventudes do Rio

[Por Gizele Martins] O Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro lançou na noite de segunda-feira, 21 de março, o aplicativo NósporNós. Mais de 80 pessoas estiveram presentes no evento realizado no auditório do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação Rio de Janeiro (Sepe), Centro do Rio. Durante os dois últimos anos, o Fórum de Juventudes circulou por mais de 10 favelas cariocas para realizar oficinas que facilitassem o levantamento de informações sobre o racismo praticado pelos governantes. Nestas aulas, foi solicitado por inúmeros jovens uma forma de denúncia prática das violações de direitos humanos que eles sofrem pela polícia e pelo Estado. Uma das sugestões foi a criação deste aplicativo, que pode ser baixado no celular de qualquer pessoa. É importante lembrar que todas as denúncias serão analisadas por organizações de direitos humanos do Rio. Depois disto, serão encaminhadas para o Ministério Público. Durante o lançamento, mais de dez militantes defensores de direitos humanos foram homenageados pelos jovens que compõem o Fórum de Juventudes. O evento encerrou com músicas, poesias e nomes de moradores e moradoras assassinados nas mais variadas favelas e periferias do país.

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Manifestação da direita não causa “transtornos”

[Por Luisa Santiago] É comum que, nos jornais de maior circulação da mídia brasileira, as notícias sobre as manifestações organizadas pelos movimentos sociais ou pela esquerda brasileira comecem pelos supostos transtornos que elas causam no trânsito e na vida das grandes cidades. “Você acha justo que toda uma cidade pare por causa do problema de alguns?”, nos perguntam frequentemente. Professores, estudantes, garis, profissionais da saúde pública, para citar os protestos mais recentes, todos viram suas mobilizações e passeatas serem noticiadas para o resto da sociedade a partir do problema que causavam, e não de sua demanda. Isso, no entanto, não se repetiu no início da semana passada quando manifestantes contra o governo Dilma fecharam a Avenida Paulista, uma das mais importantes e movimentadas de São Paulo, maior cidade do Brasil. Foram mais de 24 horas de fechamento de uma via por onde passam milhares de veículos todos os dias e, curiosamente, não foi possível ler uma linha sobre o inevitável caos no trânsito que deve ter se estabelecido no entorno. O tom era sempre de exaltação. A criminalização, os transtornos e problemas, eles deixam para destacar quando a manifestação não atender aos seus interesses. É a velha história dos pesos e medidas e mais uma prova de que esse jornalismo não trabalha com imparcialidade, ao contrário do que insistem em afirmar.

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Capas de O Globo comprovam que o jornal está, mais uma vez, do lado dos golpistas

Pela imagem acima, fica clara a diferença de abordagem do jornal O Globo com relação às duas manifestações da semana passada. Enquanto na passeata de domingo (13), segundo o jornal, o “Brasil” foi às ruas, na de sexta-feira (18) foram os “aliados” de Dilma e Lula – enquanto o mote era a defesa da democracia e contra o golpe. Uma análise completa foi feita pelas jornalistas Bia Barbosa e Helena Martins, ambas do Intervozes. | Leia o texto completo.

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